segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Recta final de uma gravidez

E como tem sido a reta final desta gravidez? A coisa mais calma que possam imaginar. Até parece mal para os tempos que correm, mas não me posso queixar: continuo a trabalhar 2, 3 horas no máximo ao computador, perco uma horita com a casa (aqui a Olivia-empregada nunca tem descanso) e depois...nada. Dá para ler, perder-me pela internet afora e dormir.
Como não estou autorizada a sair nem posso fazer grandes esforços, apesar de apetecer-me aventurar-me em alguns desafios, nem sequer os começo... corro o risco do pai ou os avós da criança denunciarem-me à Proteção de Menores. Custa um pouco, mas fazer o quê? Logo-logo terei oportunidade para correr ;-)
 
Claro que tanta preguiça acaba por aparecer na balança, mas prefiro não pensar no assunto para já (até porque não me serve de muito...) O meu médico bem me dá os parabéns por estar a fazer tudo bem e garante-me que o meu aumento de peso está dentro do normal - assim como diz uma coisa que me afaga o ego "as magrinhas engordam sempre mais"! É um querido, não é?!
 
Estrias. Até à data nem vê-las, mas sei que o pós-parto pode deitar tudo a perder pelo que ainda não canto de vitória. Mas estou a fazer figas e... a besuntar-me religiosamente com um creme gordo.
 
Estranhamente não estou muito ansiosa - parece que ainda não ganhei consciência que ele está prestes a nascer. Creio que a minha tranquilidade é para compensar a ansiedade do pai e restante família que está à beira de um colapso - se telefono a alguém é uma histeria porque pensam que chegou a hora, se estou mais de umas horas sem dar notícias é ver o meu telemóvel convertido em central telefónica a saber se já nasceu... Hilariante.
 
Esta gravidez não foi fácil- antes pelo contrário, teve momentos maus, com muitas lágrimas, medo de perdas, ansiedades sobre o futuro, a gestão da ausência em 2 empregos com muita responsabilidade associada e um futuro incerto quanto ao regresso, uma solidão diferente (quem passou/passa por uma gravidez entenderá melhor a "solidão" a que me refiro)... Admito que acabei por viver esta fase de uma forma diferente à que tinha imaginado, mas foi a vivência possível. Como em tudo, guardo as coisas boas, a começar por ela ter acontecido. Depois dos tratamentos, depois da espera, quando parecia que não ia acontecer, Deus-e-a-Ciência fizeram acontecer. Não posso MESMO lamentar-me.
 
Agora... as malas estão feitas, as roupinhas lavadas e arrumadas, as fraldas e produtos de limpeza à espera para serem estreados, o ovinho instalado no carro. Só falta ele querer aparecer. Da minha parte, sei que o amo ainda antes de o ver.
Fonte
 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Regra de ouro para quem não quer tralhas em casa

O meu truque principal para manter a casa livre de tralha: não permitir que ela entre.
Como? Fácil:
- antes de comprar o que quer que seja, certificar-me se preciso/quero mes-mo. Estou disposta a gastar dinheiro com esse objeto em detrimento de umas férias? Estou disposta a fazer a sua manutenção (limpar o pó, sacudir, o que for)?
- ofertas não desejadas nem chegam a entrar. E aqui tenho a sorte de ter sempre pessoas dispostas a receber o que eu não quero - seja amigas/familiares mais dados a acumular, seja na igreja.
 
Dou-vos um exemplo concreto: com a chegada do herdeiro recebi presentes (que muito agradeço), mas de que não preciso ou, sequer, gosto. A mim não me faz sentido começar a encher o quarto/roupeiro com têxteis ou bonecos que sei, de antemão, que não colocarei a uso; além de que o espaço será necessário para as coisas que realmente considero importantes ou, simplesmente, para estar livre para a brincadeira. Assim, caixas com lençóis de fibra menos recomendável ou com padrão "exótico", roupa cheia de bonecada (temos pena, mas a mãe da criança tem um problema com os estampados/cores garridas/bonecada), quadros decorativos alusivos à cegonha e eu sei lá mais o quê nem chegaram a pernoitar. Tudo coisas novas, tudo com boas intenções, mas não. E aquilo que eu não quis fez está a fazer as delicias a outros (se bem que houve coisas que nem tive coragem de oferecer a ninguém - não pelo valor da coisa, que dava para ver que devia ter sido cara, mas porque a estética era muito... exótica. Salvou-me, mais uma vez, a minha mãe que sabia quem iria apreciar tais ofertas).
 
E sim, pode soar mal, mas encher uma casa de tralha para eu limpar só para fazer o jeito a quem não soube comprar (e quem me conhece minimamente não oferece quadro com uma cegonha manhosa) soa-me bem pior.
fonte: net
 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Engomar roupa & ferro com caldeira

Eu sou a empregada doméstica cá de casa: limpo, cozinho e passo a ferro. Como a casa é assim para o grande e o tempo é pouco, tento ser o mais eficiente que consigo na realização das tarefas doméstica, nem que para isso tenha de investir: seja nos detergentes ou nos eletrodomésticos (evitar ter tralha espalhada pela casa ajuda muito a economizar no tempo e no bolso, mas isso são outras lutas).
Vai daí que um dos meus primeiros grandes investimentos quando "montei casa" foi no ferro de engomar - não só porque é das tarefas que mais gosto de fazer (cada um com a sua panca) como pertenço àquele grupo de pessoas que engoma tudo. Quando passei a viver com o namorado abençoei o investimento, porque as camisas de fato do rapaz não são pêra-doce.
Foi com base nestas premissas que lá comprei o meu ferrinho, a caldeira, da Rowenta, topo de gama... e de preço. Mas compensou: aquilo despacha a roupa numa assentada só e fez-me poupar muito tempo (e dinheiro) na tarefa. Fomos grandes compinchas até ontem, altura em que morreu. Claro que podia mandar arranjar, mas algo em mim diz-me que é altura de dizer adeus, que o topo de gama de há 12 anos precisa da reforma e, a julgar pelo que oiço, o custo do orçamento/reparação não compensa... "mais vale comprar novo!".
E assim lá fui comprar um novo que nesta casa não se vive sem ferro para engomar roupa, sobretudo agora, com a família a aumentar.
 
Sabia o que procurava: um ferro, a caldeira, de alto rendimento, com base em que os furos de saída do vapor estivessem dispersos, que permitisse reabastecer de água sem ter de esperar que arrefecesse (por aqui é sempre andar), potente e com jacto a vapor acima das 100grs e leve...
Depois de analisar, ao pormenor todos os ferros da loja, escolhi outro Rowenta. Reunia todas as qualidades que eu procurava e mais umas quantas: supostamente é ecológico para o ambiente e para a minha carteira já que consumo menos eletricidade, tem reservatório anti-calcário (à semelhança do modelo antigo o que revelou-se bastante prático e escusamos de comprar líquidos de limpeza do ferro ou água destilada), a base é em laser, com uma potência de 2400 e jato a vapor de 120grs, sendo que dá para engomar na vertical e tem reservatório de água com capacidade para quase 2 lts.
 
 
Já instalei e engomei um belo monte de roupa.
Veredicto: aprovadíssimo.
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Maquilhagem do Tom Ford e/ou decoração de casa

Aproveitei que hoje é dia de mimos e, saindo do cabeleireiro enfiei-me no El Corte Inglês para espreitar as novidades. Apanho logo uma promoção de 15% de desconto em séruns, bases de maquilhagem e outras coisas que me fez acelerar o passo para não cair em tentação (a Mac estava a abarrotar).
Recupero o fôlego e vou ao novíssimo corner do Tom Ford: os vernizes estavam em destaque e só me apeteceu trazer um de cada - as cores são lindas-lindas, todas elas, perfeitas para o Outono/Inverno; quanto aos batons "olhei-os como quem não quer a coisa que eu tenho é de comprar fraldas para o puto"! O resto da coleção de maquilhagem deve ter-se perdido pelo caminho (irrita-me solenemente não termos as coisas ou só as termos pela metade.... Senhores da Tom Ford: tenho ordens médicas para não me irritar, Façam lá o favor de trazer o resto que eu vi o vídeo da Vic e estou a babar por umas sombras faz-favor!)
Digo-vos, só pelo luxo das embalagens eu trazia uns quantos vernizes e batons para decorar o aparador da sala, Ficavam lá melhor do que o bibelot da Vista Alegre (não desfazendo).
Confesso que senti-me meio intimidada a testar o que quer que seja (no coments, please), mas fica para a próxima.
 
E para que não pensem que a minha vida são só passeios, pela 1ª vez fiz alergia a cera de depilar sobrancelhas (tenho umas babas horríveis que encharquei de Cicalfate a ver se acalmam) - desconfio que são "as maravilhas da gravidez"; e, por 5m recebi uma multa de estacionamento da Emel. Anda uma gaja a chorar por não gastar dinheiro num baton (ou decoração para a casa, na versão de maquilhagem-de-luxo-que-vira-bibelot) para o entregar à Emel... correndo o risco da criança ficar sem as fraldas. Não é justo.

Hoje é dia de...

Hoje é dia de...

fonte
Cortar o cabelo.
Mas sem as lágrimas que aqui a rapariga gosta das massagens e dos mimos do meu sitio do costume.
Não que estivesse a precisar do corte, mas suspeito que após o nascimento do herdeiro acabaria por me render ao rápido ao rabo-de-cavalo e sem possibilidade de afastar-me por umas boas horas.
(e assim ainda vou ficar giraça nas primeiras fotos com o rebento).
 
Desta vez não levo nenhuma fotografia de celebridade para "inspiração", apenas uma recomendação: que o penteado retire os kilos que a gravidez me trouxe!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Desvarios de uma mum to be.

As loucuras desta "mum to be" estão mais do que controladas.
Os tempos não estão para loucuras e, em bom rigor, os miminhos com os quais os pais se perdem são para eles mesmos - desconfio que o puto "tá nem aí" para os fofos e bibelots que vamos trazendo para dentro de casa.
Ainda assim, que mãe seria eu se não contrariasse estes tempos de austeridade e não perdesse a cabeça com umas extravagâncias, daquelas que sacam uns "ooohhh" (pelo menos às mães, avós e tias, que o sexo masculino olha sempre desconfiado para as nossas perdições...).
 
Hoje mostro-vos um dos meus desvarios: meti na cabeça que a criança precisava de uma alcofa. Não daqueles que compõem os famosos trios de viagem (essas seriam demasiado óbvias!), mas daquelas personalizadas, com os pormenores escolhidos a dedo e com todos os laços e folhos que esta mãe quer. Sim, mesmo sendo rapaz, e pelo menos nos primeiros meses, o meu terá direito a folhos e laços (o pai bem torce o nariz, mas.... temos pena. Daqui a uns anos posso não conseguir evitar os boxers à mostra e o cabelinho à Bieber - Deus me Valha!, por isso, desforro-me previamente!).
 
A escolha não foi fácil e, com o argumento de que "o menino precisa de 2 para quando uma estiver a lavar! comprei 2 forras (é que não consegui mesmo decidir-me só por uma!): ambas bem clássicas, bem românticas, uma em branco total (em piquê) e outra em tecido estampado Toile de Jouy, em azul e branco.
 
Deixo-vos com a imagem de uma delas - a do tecido estampado (a branca, como sei que vai entrar na nova coleção e até foi fotografada para aparecer no novo catálogo da marca mantenho-a "resguardada").

Alcofa do herdeiro, by Bebexik

Se o herdeiro podia viver sem? Sim, podia, mas a mãe dele não. ;-)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Hoje é dia de... castanhas!


Cozidas, assadas, piladas, sozinhas ou a acompanhar a carne, como sopa ou compota... o que eu gosto de castanhas (e o farrobadó que vai por esta barriga quando as como - acho que o herdeiro também as aprova :-)

Confesso que, cá por casa, já nos rendemos às congeladas.
"AH e tal, não é a mesma coisa!"
Pois não: ficam mais baratas, estão sempre disponíveis e não nos fazem perder tempo.

Dica: hoje poderão encontrar as castanhas congeladas (marca Continente) a metade do preço - desconto imediato, na loja do tio Belmiro.

DIY OU como rentabilizar o que já não queremos no roupeiro

Na sequência do meu post anterior, sobre o destralhamento do meu roupeiro, falei-vos de alguns destinos possíveis para as peças que não tencionam manter: reciclar e vender. Detalhando:
 
A) Reciclar roupa que já não se usa.
Para quem tiver habilidade para a costura a reciclagem de peças é mais do que óbvia e constitui uma excelente alternativa. Mas eu não tenho jeito e, na grande maioria das vezes, não considero que o custo da modista compense o investimento. Prefiro, sempre que a roupa esteja em bom estado, doá-la.
Assim, as únicas peças que reciclo são as que estão em mau estado. E para quê, perguntam vocês. Panos. Aqui o conceito de DIY é o mais básico possível: basta uma tesoura e cortar na medida do pano que precisam e que a peça permite. T-shirts/pijamas de algodão ou flanela dão uns panos fantásticos para limpar a casa/carro, a custo zero (e demoram uns meros minutos a fazer).
Não poupamos uma fortuna (talvez uns 10€ ano?), mas sempre dá para o gasto caseiro e, quando for para deitar fora não me pesa na consciência. 
reciclar roupa em mau estado
 
Na casa da minha mãe, o processo é mais complexo (e o resultado final é bem melhor) já que os panos são costurados à máquina. Mais uma vez, não acho que compense o investimento (de linhas e tempo).
 
 
B) Vender o que não se usa (ou sequer chegou a ser usado)
Sou gaja e, como tenho impulsos consumistas... parvos. Acho que estou melhor deste mal, mas ainda encontro vestuário com a etiqueta de compra no meu roupeiro... daquele que não me parece que algum dia vá usar. Seja porque não me favorece ou porque já não gosto, o certo é que o mal já foi feito e resta-me dar-lhe um destino. Se antes optava por dar, recentemente experimentei colocar à venda nos sites habituais (eu recorro ao OLX).
Tudo o que coloquei à venda nos últimos 2 meses já encontrou novo dono (comecei por outros artigos que não a roupa) e a experiência correu tão bem que vou continuar.
Porque é que as vendas funcionam comigo?
1 - o meu principal objetivo é destralhar (retirar coisas de casa) logo, estou disponível para vender a um preço atrativo
2 - acompanho o artigo da respectiva foto e procuro que a descrição seja o mais fiel possível (medidas, se novo ou usado, etc)
3 - só coloco à venda coisas em bom/muito estado

para vender


Vender no OLX tem sido uma boa opção para os artigos que tenho "destralhado". Se quiserem podem dar destaque ao vosso anúncio (quanto maior o destaque/período de destaque mais alto o valor a pagar pelo anúncio), mas eu escolho sempre a versão sempre a versão-sem-destaque, logo, versão grátis.
Para anunciarem basta efetuarem o registo no site (muito simples) e podem logo publicar os vossos anúncios de venda (ou troca). Como disponibilizam os vossos contatos (e-mail e/ou telefone) os interessados nos vossos artigos entram diretamente em contato convosco. Como tinha o cuidado de colocar a informação essencial nos meus anúncios, o contato limita-se a ser para fechar o preço (preparem-se para encontrar pessoas a tentar regatear o preço...) e combinar a entrega. A qualquer momento podem editar/eliminar o vosso anúncio. Muito simples.
 
Tenho andado a estudar outras hipóteses/mercados para alguns dos meus artigos "de luxo" - existem já sites portugueses direcionados a este mercado (mas não tenho referências que me permitam recomendá-los, pelo que, para já, abstenho-me. Mas bata pesquisarem no Google e encontram-nos. No entanto distinguem-se dos habituais OLX pois quem gere fica com uma comissão da venda).
 
Outra hipótese a ponderar, mais fácil e com excelentes resultados é através dos grupos de trocas do Facebook. Através deles poderão trocar o que não precisam por outra coisa - vale tudo: roupa, calçado, livros, jogos, alimentos....



domingo, 10 de novembro de 2013

Destralhar - o roupeiro

Se têm andado por aqui sabem que ando especialmente empenhada em destralhar a casa (mais do que o habitual, diga-se - podem ler sobre isso aqui).
 
Não tenho qualquer pretensão em tornar-me uma minimalista - gosto demasiado de bens materiais para conseguir tal nível de desapego, mas reconheço algumas vantagens desse estilo de vida que esforço-me por implementar no meu dia-a-dia. Se tiverem curiosidade sobre este tema recomendo uma visita ao blog da Rita, uma referência na matéria).
 
Ainda assim adoro o tema da organização doméstica e da gestão da casa, um pilar importante no meu dia-a-dia, que procuro sempre melhorar e tornar funcional, tal é o impacto que tem nos outros aspetos da minha vida (sanidade mental inclusive).
 
Nestas últimas semanas dediquei-me a alguns pormenores que já deram (bons) resultados e que hoje partilho convosco. Se funciona comigo, funcionará convosco também.
 
Começando pela roupa, esse eterno drama feminino, segui a recomendação de todas as "organizadoras profissionais" e o bom senso. Começo por dizer que o destralhamento ao nível das minhas roupas é relativamente fácil, já que é uma tarefa que vou realizando ao longo do ano: quando deixo de me sentir confortável com uma peça que trago vestida; muitas vezes, quando estou a passar a ferro vou separando o que volta para o roupeiro ou "vai embora" - seja porque o preto já não é bem preto, porque tem uma nódoa que já não consigo eliminar...
Estes pequenos cuidados, tão fáceis de implementar, são uma grande ajuda no destralhamento assim nos ajuda a manter uma imagem cuidada.
Tudo o que vou excluindo vai sendo separado é guardado para tratamento posterior (já irão perceber).
 
Mas esta semana dediquei-me com afinco ao destralhamento do vestuário, começando por:
1 - esvaziar, por completo, o roupeiro (aproveitei para fazer uma boa limpeza)
2 - à medida que ía retirando as peças, separei o que não tenciono voltar a usar e aquilo que ainda (tenho esperança) de vestir num futuro próximo.*
 
Rapidamente, identifiquei o que fica e o que sai. O que ficou foi arrumado em sitio próprio; o que é para sair, tem 3 destinos:
- está em mau estado - vai para panos (t-shirts de algodão e pijamas dão excelentes panos para limpar o pó da casa ou do carro, a custo zero).
- está em bom estado - é doado (através de familiares e da igreja a roupa cá de casa tem chegado a quem realmente precisa e usa - se soubessem quantas vezes já me cruzei com pessoas que estavam a usar a minha roupa na igreja ficariam surpreendidas... eu fico muito satisfeita).
- está novo/com etiqueta ou é algo muito específico - vendo. E isto de vender coisas é algo relativamente recente e tem-me rendido uns trocos interessantes. Se tiverem curiosidade sobre o tema das vendas digam-me que posso fazer um post só sobre isso.
 
1º passo para destralhar roupeiro: retirar tudo!
 
*Aqui, contrariamente às recomendações das experts na matéria, não entrei em grandes dramas existenciais: se não me sentia confortável em libertar de uma peça, ela ficava (e sim, mantive peças que não uso há muito tempo e que é pouco provável que venha a caber num futuro próximo, mas são lindas e eu gosto de as ter por perto :-).
Um truque: quando voltarem a arrumar a roupa, organizem os cabides todos no mesmo sentido; à medida que forem utilizando arrumem o cabide virado no sentido contrário; ao final de um tempo conseguirão identificar, sem margem para dúvidas, o que não usaram.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Escolha da agenda para 2014

Eu ainda sou daquelas que uso agenda... em papel. E a tónica aqui é "uso". Chego ao final do ano com a agenda toda escrita, rasurada, cheia de informação (alguma dela encriptada, não vá cair em mãos de inimigo) e o seu conteúdo é tão preciso que fica arquivada com as dos anos anteriores.
Nas minhas agendas antigas encontro um diário de aventuras: concertos a que fui, festas de amigos, oscilações de peso (sem comentários, ok?), datas de tratamentos de fertilidade e tantas mais coisas. Asseguro-vos que já tive de revisitar agendas antigas para tira-teimas e nunca me desiludem. E, se no início, a agenda era exclusivamente "minha", com o desenrolar da relação-a-dois começou a ter notas para o casal, de compromissos com a casa e de afins.
 
Há uns bons anos que compro sempre o mesmo modelo da Moleskine - tamanho, cor e planner (e que bem que ficam arquivadas, umas ao lado das outras), mas isso não invalida que, na hora da compra, perca invista algum tempo a analisar as várias ofertas. Aliás, encontrei agendas portuguesas "inspiradas" na Moleskine, com tanta ou melhor qualidade a metade do preço... acho que tenho de abrir o meu leque de opções.
 
Agora, com a chegada do herdeiro e com alguns novos projetos em mãos, desconfio que a utilidade da agenda irá ganhar uma nova dimensão - só não sei se será só tem termos de conteúdo ou terei de aumentar o seu tamanho... Estamos em período de reflexão (que é como quem diz: tenho de voltar à FNAC para fechar a compra).


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Promoções em maquilhagem, by Continente

Como já vem sendo hábito, por alturas do Natal do Tio Belmiro costuma presentear-nos com promoções generalizadas em artigos de cuidados para a pele/maquilhagem. No catálogo hoje disponibilizado (e que poderão consultar aqui) destaco:
- 15% em toda a gama Maybelline (collor tattoos e baby lips incluídas)
- 25% nos cuidados de rosto e máscaras Scandal Eyes, da Rimmel
- 50% nos batons da Rimmel (recomendo os da linha Kate Moss)
- 2 vernizes pelo preço de 1 da linha "60 Seconds"
- 15% em toda a maquilhagem da L'Oréal

Boas compras

domingo, 3 de novembro de 2013

São servidas?

Eu não sei como é na vossa casa, mas na dos meus pais e (felizmente) sogros, ao domingo come-se particularmente bem e sempre coisas com substância.
Este domingo trocaram-me as voltas (isto de ter uma mãe com vida tem destas coisas...) Vai daí que tive de ir comer cabrito ao restaurante. Não estava mau, mas não era o da mãezinha.

sábado, 2 de novembro de 2013

Schwarzkopf - Coloração Caseira

Uma promoção no Pingo Doce chamou-me a atenção para esta tinta para coloração capilar caseira: por 4.90€ trazia 2 embalagens.
As únicas vezes que pintei o cabelo foram em casa (com exceção das nuances da juventude, essas feitas por profissionais), com aquelas tintas de "tom sobre tom", que saem com as lavagens E que sempre escolhi o mais próximo possível da minha cor natural - afinal, o que eu pretendia era o glow e não a cor propriamente dita.
Como estas prometem o mesmo e a marca merece-me confiança, arrisquei. Trouxe na cor louro-escuro (que é a minha cor) e já apliquei.
 
A minha opinião: não gostei, porque:
- tem um cheiro muito intenso (provavelmente alta concentração de amoníaco ou afins)
- são precisas 2 embalagens caso o comprimento do vosso cabelo seja abaixo do queixo (esta informação consta nas instruções que vêm no interior da embalagem - salvou-me a promoção ser em quantidade, caso contrário, ficaria com o cabelo às manchas) o que torna esta tinta mais dispendiosa (para mim, que precisei das 2 embalagens) do que as da concorrência.
- o resultado final é satisfatório, mas nada por aí além.
 
 
 
Conteúdo da embalagem

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Crónicas de uma mulher grávida #4. Os preparativos com o quarto.

Por aqui os preparativos para a chegada do herdeiro estão mesmo-mesmo na recta final. As roupinhas estão lavadas e arrumadas, o pai tem o script definido do que agarrar fazer (apesar de eu viver com o terror que ele não vai lembrar-se de nada e aparece-me com o saco do ginásio com uns trapos lá dentro).
 
Quanto ao quarto da criança, admito que rendi-me ao cliché do azul para menino. Isto porque:
1 - o azul é uma das minhas cores favoritas
2 - o pai é daltónico e, para ele, tudo é azul (pelo handicap e pelo FCP).
3 - os poucos móveis (2) que comprámos são do Ikea (que surpresa!), brancos (porque o branco é virtude e paz e combina com o estado de espirito que eu desejo para o herdeiro) fáceis de conjugar com os apontamentos de cor que tínhamos em mente (da Zara Home).
 
Temo-nos esforçado para não entrar em desvarios, evitando comprar em demasia- queremos que ele tenha espaço para desarrumar brincar à vontade e, desde cedo, habitue-se a dar valor às coisas. Acho que o quarto espelha bem essa filosofia: só os móveis necessários, alguma reciclagem a mobiliário perdido cá por casa, ter uma avó com dotes de costureira ajuda (costureira e adivinha porque eu só tive as ideias e foi ela que teve de lhes dar existência - mas conseguimos reciclar coisas antigas que ficaram melhor do que o original) e a coisa compôs-se com pouco dinheiro e voltas (afinal, estou proibida de andar a cirandar).
 
A principal alteração no espaço foi a pintura: aquilo que era um quarto branco sem graça ficou um doce apenas com a pintura de uma parede - o rebordo em azul (meio acintenzado, mas azul) e o nicho
que era quase a totalidade da parede, em riscas largas azulacintenzado-branco.
Quem já pintou riscas sabe que o difícil é demarcar os limites (demorou eternidades), mas o efeito compensa (ver foto abaixo tirada a meio das pinturas).
As restantes paredes permanecem brancas - pelo menos durante mais 1 ano ou 2, altura em que esperamos ver marcas de lápis de cera, rodas de carro ou dedos gordurosos (como qualquer mãe desejo um filho saudável e, como tal, que deixe os pais à beira de um ataque de nervos com a destruição do habitat).
 
O mais engraçado é que andava à procura (com muita dificuldade) de um candeeiro para o quarto da criança, mas sem ser demasiado infantil (não imaginam quão difícil é a tarefa de encontrar coisas sem bonecadas manhosas) quando, em desespero, olho para o teto do velho quarto e concluo que o básico cinzento que esteve lá o tempo todo era...perfeito. Assunto fechado.
 
É verdade que as paredes ainda não têm adereços, mas outras divisões da casa também não e somos felizes assim. Keep it simple. Keep it clean.

Imagem da pintura em progresso (made by pais da criança)
Desculpem se pareço babada, mas conseguir fazer o quarto a custo-controlado e sem desvarios consumistas era um dos meus projetos e consegui-o. (tinha receio de entrar na espiral "é pó menino que ele merece e é tão desejado" e perder a cabeça. Felizmente ela mantem-se no sítio... o suficiente para ir colocando avós e tios nos eixos. Sim, porque mais difícil do que autocontrolar-me é manter os avós e tios sob controlo ;-)



São servidas?

Espadarte com banana acompanhado de legumes (e batatas que uma grávida precisa dos seus hidratos de carbono).

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Mais 15 produtos terminados! E vamos em 89!

Como sabem, este ano, comprometi-me a acabar com muitos dos produtos que tinha cá por casa: abertos (preferencialmente) e em stock.
Não tem sido fácil: como sou dada a poupanças, na hora da compra opto sempre pela versão económica do produto (embalagens XXL) e, como gosto de qualidade, os produtos tendem a render. Ainda assim, já consegui "deitar abaixo" 89 produtos (poderão consultar anteriores posts sobre o tema aqui, aqui, aqui, ainda aqui e aqui).
 
Hoje trago-vos os defuntos dos últimos tempos e conto, até ao final deste ano, conseguir terminar mais uns quantos (bastam 11!) e atingir o simpático número de 100 embalagens para o lixo!
 
Como nestes últimos meses a minha maior dedicação foi à hidratação, não é de estranhar que tenha deitado abaixo 7 hidratantes. São eles:

 
- manteiga corporal anti-estrias da Palmer's, com 250ml. Trata-se de um best-sellers para grávidas nos States, que promete prevenir e reduzir as estrias recentes. À base de vitamina E, Colagénio e Elastina, com manteiga de karité, poderão adquiri-lo no hipermercado por menos de 10€.
Gosto da embalagem (com pump), de ser fácil de espalhar e com absorção mais rápida do que as tradicionais manteigas; não sou fá do cheiro (típico das manteigas de cacau), mas aguenta-se.
Recomendo e voltaria a comprar (caso não tivesse outros em uso).
 
- emulsão Percutalfa, embalagem de 200ml´. Hidratante corporal para gravidas, ajuda a prevenir as estrias (seja resultantes da gravidez ou de outras causas de variação de peso). Um dos meus favoritos para aqueles dias em que não há tempo a perder pois é imediatamente absorvido pela pele, tem um cheiro agradável e não transfere. Mais um que recomendo (creio que o seu preço ronda os 16€ e compra-se em farmácias/para-farmácias).
 
- Óleos corporais
_óleo seco da Barral. Veio cá para casa numa oferta e cumpre o propósito de hidratação e conforto rápido, até porque a embalagem é em spray. Usei no verão, após o duche e com a pele ainda húmida e desenrascou.
_ óleo da Palmer's. Em termos de qualidade comparo-o à manteiga da mesma marca e com as vantagens de um óleo (rápido a aplicar, sobretudo com esta embalagem de spray). Na versão óleo o cheiro a cacau é mais intenso, o que me desagrada.
 
- gel de aloé vera, embalagem de 500ml, com pump. Já fiz review deste produto aqui no blog e não tenho mais nada a acrescentar.
 
- creme gordo da Barral com óleo de amêndoas doces, versão para grávidas com a promessa de ajudar a prevenir as estrias.
Apesar de não gostar nada muito da sensação melosa dos cremes gordos, com a gravidez não me posso fazer esquisita e se há coisa que se consome como se não houvesse amanhã são os cremes gordos. As grande diferenças entre esta versão e a clássica da marca são: maior facilidade no espalhar (mas não esperem milagres), o cheiro mais agradável e o preço (que na versão de grávidas andará pelos 20€).
Meninas, se depois de tanto creme eu conseguir superar esta gravidez (e pós-parto) sem estrias, eu redimo-me do ódio pelos cremes gordos.
 
- creme hidratante de rosto Revitalizing Supreme, da Estee Lauder. Definido como "creme global anti-idade" da marca, foi o meu hidratante noturno durante 8 meses. Eu explico: a embalagem é de 30ml, mas foi intercalada com algumas máscaras hidratantes (e quando faço as máscaras costumo dormir com elas) e amostras, sobretudo nas férias, daí ter rendido tanto.
Neste momento estou a usar 2.ª embalagem do mesmo creme (que tinha em stock cá em casa) de dia e de noite, combinada com o resto dos séruns e creme de olhos da mesma marca (que rendem tanto....).
Admito que desde que experimentei a marca tornei-me fã (em especial do ANR), mas não creio que fique por aqui. A demanda pelo Santo Graal continua.
 
 
Depois entramos na parte dos produtos "menos interessantes":



- gel de duche, com "pérolas de óleo" e aroma feminino de Nenúfar, da Nivea. É um gel de duche razoável, mas nada por aí além. É bom, mas mesmo de supermercado creio que já experimentei melhor. Como tenho vários em stock (é o que dá ser uma viciada em promoções) vamos continuar a encontra-lo por aqui.
 
- desodorizante anti-transpirante de aloé vera da Rexona.
Uma das vantagens deste tipo de post é que obriga-me a "avaliar" os produtos e, com isso, descobri que os meus desodorizantes de supermercado preferidos são os da Rexona (destronando os da Nivea). Gosto deste pelo cheiro imperceptível, embalagem prática e... preço de supermercado. Tenho vários em stock, que terão de ser intercalados com os de outras marcas).
 
- pasta de dentes Colgate, na versão dentes sensíveis. Não que os meus dentes sejam sensíveis, mas o meu bolso é e tenho stock desta pasta até ser grande (foi quase dada numa promoção de um hipermercado). Não tenho nada a dizer... é uma pasta de dentes, com sabor neutro e.. lava os dentes.
 
- perfume Suddenly, do Lidl.
Isto vai parecer-vos estranho, mas há uns anos atrás ouvi falar que este perfume fazia sucesso no estrangeiro (no comments, please) e, vai daí, comprei. Terá sido bem barato, como é apanágio do Lidl e o cheiro não é mau, sobretudo para usar de inverno e por mulheres que gostem de cheiros mais "quentes" e intensos. Acabei-o por estes dias, em casa e não tenciono re-comprar, ainda que não lhe dê nota negativa.
 
- acetona para remover o verniz das unhas, marca Continente. Gosto: é muito barata, fácil de encontrar e, apesar de agressiva, é a minha favorita para retirar vernizes com cores fortes (e muito "acamados!). Sem dúvida que voltarei a comprar no pós-pós gravidez.
 
- bases para o verniz:
_base fortalecedora da Inocos. É barata e evita que a unha fique amarela com o uso diário de verniz; quanto à parte fortalecedora... hum.... não creio e se o que procuram é mesmo um produto fortalecedor recomendo Mavala.
_ base "efeito unha de gel" da Essence. Não, não recomendo. Usei para evitar o contato direto verniz na unha, mas ficou grosso em pouco tempo e de efeito "unha de gel" não tem nada. Tenho o top sealer da mesma linha "efeito unha de gel" que cheguei a usar em simultâneo, mas não vi diferenças. Já li opiniões muito distintas sobre estes produtos: há quem goste e quem odeie- eu estou mais dada ao ódio, mas vou usar até ao fim.
 
- toalhitas húmidas da Huggies. São das minhas favoritas: de pano e bastante suaves. Não servem para desmaquilhar, mas tiram o excesso e naqueles dias em que nem sabemos se vamos conseguir vestir o pijama sempre desenrascam ;-)

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Mexo-me devagarinho, mas ando por aqui.

Isto anda meio parado, mas eu não. Mexo-me muito devagarinho, mas ando por aqui.
 
Isto de experienciar uma gravidez de alto-risco-mas-que-agora-não-dá-jeito-que-a-minha-vida-não-é-isto tem sido uma aventura de altos e baixos. Mas gosto de falar-vos de coisas boas (até porque temos de incentivar a natalidade) e posso dizer-vos que tenho descoberto blogs tão (mas tão) interessantes, daqueles que até parece que conhecemos as pessoas que estão por trás, tenho organizado algumas coisas, daquelas que nunca temos tempo: "aquela" gaveta, os vários cartões com milhares de fotos que fomos acumulando ao longo dos anos, o roupeiro, os papeis...
Só para verem o ridículo da coisa (a minha vida tem muito destas coisas): sabiam que os chás têm prazo de validade? A arrumar a gaveta dos chás (vejam como o tempo abunda que até dá para organizar a gaveta dos chás!!) descobri que aqueles chás gourmet, que me custaram uma pequena fortuna e que guardava para ocasiões especiais/ visitas que soubessem apreciar a qualidade da coisa, estavam todos fora de prazo!! Ainda estive para deitá-los fora, mas vai daí e perguntei-me o que é que poderia acontecer se fervesse umas ervas antigas? e não me parece plausível uma morte angustiante, por isso, esta vossa amiga, só tem bebido chás finos :-)
 
Foto tirada numa destas manhãs, algures pela marginal, que agora há tempo para ver o nascer do sol.




segunda-feira, 30 de setembro de 2013

À quanto tempo não vão a uma biblioteca?

Eu sou do tempo (pareço mesmo velha...) em que as bibliotecas eram sítios incontornáveis. Só para ficarem melhor enquadradas, a internet surgiu na minha Vida andava eu na faculdade... Até lá era ver-me com os livros das bibliotecas debaixo de um braço e a máquina de escrever no outro.
 
Com a chegada dos PC's e a internet, abandonou-se um pouco o conceito e, durante algum tempo deixei de as frequentar.
Há alguns anos atrás, fiquei surpresa por o meu sobrinho (com uns 5 anos, na altura) nunca ter visitado uma que fosse. E comecei a ir com ele, tendo a sorte de, a da minha zona, ter uma área enorme reservada só para crianças e estar muito bem equipada (livros, jogos, dvd's); muito mais aliciante do que no meu tempo, diga-se. E com o passar das tardes (que entretanto o puto ficou viciado!) comecei a espreitar uns livritos para mim... sobretudo aqueles que não me apetecia investir dinheiro e espaço em ter em casa. Comecei pelos de "trabalhos manuais", que foi coisa pela qual tive gosto (mas falta-me o tempo), decoração e afins.
 
E pronto...hoje passei por lá a manhã a "tirar umas ideias".
 
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma sugestão de filme: Blue Jasmine, by Woody Allen

Com as saídas de casa condicionadas sou obrigada a escolher muito bem onde vou aplicar o esforço :-)
Aqui vai a sugestão n.º 1: ir ao cinema assistir ao último filme do Woody Allen, Blue Jasmine.
Começo por dizer que sou suspeita: eu a-do-ro o Woody Allen: o sarcasmo, a ironia, os diálogos e situações embaraçosas que encontramos nos seus filmes assim como a surpresa das interpretações dos atores escolhidos a dedo são um regalo agri-doce aos meus sentidos. Tem filmes melhor conseguidos do que outros, mas não há nenhum que eu não goste.
O Jasmine é um dos meus favoritos de todos os tempos.
A história, apesar de servida com muitos momentos de descontração, é "pesada" e, na minha opinião, é um dos dramas mais amargos do realizador. Fala-nos de jogos de aparências, das voltas da vida e mostra-nos como estamos todos à beira de um esgotamento.
 
Cate Blanchett tem, neste filme, a melhor das suas interpretações e mesmo em situação de desespero, esta mulher é a elegância em pessoa. Dei por mim a babar por cada modelito com que aparecia no ecran :-)
Claro que os restantes atores também surpreendem (não é esse o grande trunfo do Woody Allen?), em especial a Sally Hawkins e Bobby Cannavale (quem diria?) e o próprio Alec Baldwin, aqui num papel bem secundário (sou suspeita, já que ando deliciada com a fase madura deste ator), dão um colorido delicioso a este drama.
 
Espero ter apresentado argumentos suficientes para assistirem a este filme, pois vale bem a pena!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Truque para organizar a casa & ganhar espaço

Sobre o tema da organização doméstica e como tornar a nossa casa (e Vida) mais funcional, existem alguns truques que recomendo. Um deles é o "saco de vácuo", ótimo para guardar roupas que não tenham muito uso de modo a que não ocupem muito espaço e protegidas do pó.
Para quem não conhece, poderão encontrar estes sacos em vários tamanhos tanto nos hipermercados como em lojas dos chineses - eu compro nos chineses que, além de terem um preço mais simpático, têm maior variedade em termos de tamanho.
Basicamente, colocam dentro dos sacos o que pretendem armazenar - eu utilizo-os somente para "roupa da casa" (edredons, mantas, toalhas...), fecham o saco, e depois, com a ajuda do aspirador e através de um orifício que existe no saco, "sugam" o ar do interior do saco ao ponto deste comprimir as roupas.
Dica extra: antes de fechar o saco coloco uma daquelas bolinhas de madeira com cheiro a alfazema e efeito anti-traça ou produto similar (daqueles baratinhos que se compram no hipermercado).
 
Antes: edredons + vários conjuntos de lençóis, resguardos e capas de edredon que estavam a ocupar demasiado espaço no roupeiro, não são usados há seculos nem existe perspetiva de uso num futuro próximo.

Depois: a mesma roupa, devidamente condicionada dentro do saco de vaco passa a ocupar menos de 1/3 do espaço anterior. Agora foi para o roupeiro do sótão fazer companhia às rendas do meu enxoval.

Etiquetas

base (5) beleza (31) blog (2) blush (2) boa vida (4) cabelos (3) casa (3) chanel (1) Cinema (1) Clinique (2) compras (26) considerações várias (29) creme (8) cuidados (30) desabafos (25) desejos (7) dicas (3) dieta (7) DIY (1) Estée Lauder (2) Facebook (2) Favoritos (2) filme (7) ganhar tempo (3) Gravidez (7) gula (3) herdeiro (1) Lancôme (1) livros (3) Natal (1) Neutrogena (1) objetivos (3) óleos (1) organização (8) perfumes (2) pirosices (10) por mim (8) pós-gravidez (1) promoções (9) review (27) saldos (12) sapatos (1) saúde (1) Schwarzkopf (1) sorteio (6) Vichy (2) Vida boa (19)