domingo, 10 de novembro de 2013

Destralhar - o roupeiro

Se têm andado por aqui sabem que ando especialmente empenhada em destralhar a casa (mais do que o habitual, diga-se - podem ler sobre isso aqui).
 
Não tenho qualquer pretensão em tornar-me uma minimalista - gosto demasiado de bens materiais para conseguir tal nível de desapego, mas reconheço algumas vantagens desse estilo de vida que esforço-me por implementar no meu dia-a-dia. Se tiverem curiosidade sobre este tema recomendo uma visita ao blog da Rita, uma referência na matéria).
 
Ainda assim adoro o tema da organização doméstica e da gestão da casa, um pilar importante no meu dia-a-dia, que procuro sempre melhorar e tornar funcional, tal é o impacto que tem nos outros aspetos da minha vida (sanidade mental inclusive).
 
Nestas últimas semanas dediquei-me a alguns pormenores que já deram (bons) resultados e que hoje partilho convosco. Se funciona comigo, funcionará convosco também.
 
Começando pela roupa, esse eterno drama feminino, segui a recomendação de todas as "organizadoras profissionais" e o bom senso. Começo por dizer que o destralhamento ao nível das minhas roupas é relativamente fácil, já que é uma tarefa que vou realizando ao longo do ano: quando deixo de me sentir confortável com uma peça que trago vestida; muitas vezes, quando estou a passar a ferro vou separando o que volta para o roupeiro ou "vai embora" - seja porque o preto já não é bem preto, porque tem uma nódoa que já não consigo eliminar...
Estes pequenos cuidados, tão fáceis de implementar, são uma grande ajuda no destralhamento assim nos ajuda a manter uma imagem cuidada.
Tudo o que vou excluindo vai sendo separado é guardado para tratamento posterior (já irão perceber).
 
Mas esta semana dediquei-me com afinco ao destralhamento do vestuário, começando por:
1 - esvaziar, por completo, o roupeiro (aproveitei para fazer uma boa limpeza)
2 - à medida que ía retirando as peças, separei o que não tenciono voltar a usar e aquilo que ainda (tenho esperança) de vestir num futuro próximo.*
 
Rapidamente, identifiquei o que fica e o que sai. O que ficou foi arrumado em sitio próprio; o que é para sair, tem 3 destinos:
- está em mau estado - vai para panos (t-shirts de algodão e pijamas dão excelentes panos para limpar o pó da casa ou do carro, a custo zero).
- está em bom estado - é doado (através de familiares e da igreja a roupa cá de casa tem chegado a quem realmente precisa e usa - se soubessem quantas vezes já me cruzei com pessoas que estavam a usar a minha roupa na igreja ficariam surpreendidas... eu fico muito satisfeita).
- está novo/com etiqueta ou é algo muito específico - vendo. E isto de vender coisas é algo relativamente recente e tem-me rendido uns trocos interessantes. Se tiverem curiosidade sobre o tema das vendas digam-me que posso fazer um post só sobre isso.
 
1º passo para destralhar roupeiro: retirar tudo!
 
*Aqui, contrariamente às recomendações das experts na matéria, não entrei em grandes dramas existenciais: se não me sentia confortável em libertar de uma peça, ela ficava (e sim, mantive peças que não uso há muito tempo e que é pouco provável que venha a caber num futuro próximo, mas são lindas e eu gosto de as ter por perto :-).
Um truque: quando voltarem a arrumar a roupa, organizem os cabides todos no mesmo sentido; à medida que forem utilizando arrumem o cabide virado no sentido contrário; ao final de um tempo conseguirão identificar, sem margem para dúvidas, o que não usaram.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Escolha da agenda para 2014

Eu ainda sou daquelas que uso agenda... em papel. E a tónica aqui é "uso". Chego ao final do ano com a agenda toda escrita, rasurada, cheia de informação (alguma dela encriptada, não vá cair em mãos de inimigo) e o seu conteúdo é tão preciso que fica arquivada com as dos anos anteriores.
Nas minhas agendas antigas encontro um diário de aventuras: concertos a que fui, festas de amigos, oscilações de peso (sem comentários, ok?), datas de tratamentos de fertilidade e tantas mais coisas. Asseguro-vos que já tive de revisitar agendas antigas para tira-teimas e nunca me desiludem. E, se no início, a agenda era exclusivamente "minha", com o desenrolar da relação-a-dois começou a ter notas para o casal, de compromissos com a casa e de afins.
 
Há uns bons anos que compro sempre o mesmo modelo da Moleskine - tamanho, cor e planner (e que bem que ficam arquivadas, umas ao lado das outras), mas isso não invalida que, na hora da compra, perca invista algum tempo a analisar as várias ofertas. Aliás, encontrei agendas portuguesas "inspiradas" na Moleskine, com tanta ou melhor qualidade a metade do preço... acho que tenho de abrir o meu leque de opções.
 
Agora, com a chegada do herdeiro e com alguns novos projetos em mãos, desconfio que a utilidade da agenda irá ganhar uma nova dimensão - só não sei se será só tem termos de conteúdo ou terei de aumentar o seu tamanho... Estamos em período de reflexão (que é como quem diz: tenho de voltar à FNAC para fechar a compra).


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Promoções em maquilhagem, by Continente

Como já vem sendo hábito, por alturas do Natal do Tio Belmiro costuma presentear-nos com promoções generalizadas em artigos de cuidados para a pele/maquilhagem. No catálogo hoje disponibilizado (e que poderão consultar aqui) destaco:
- 15% em toda a gama Maybelline (collor tattoos e baby lips incluídas)
- 25% nos cuidados de rosto e máscaras Scandal Eyes, da Rimmel
- 50% nos batons da Rimmel (recomendo os da linha Kate Moss)
- 2 vernizes pelo preço de 1 da linha "60 Seconds"
- 15% em toda a maquilhagem da L'Oréal

Boas compras

domingo, 3 de novembro de 2013

São servidas?

Eu não sei como é na vossa casa, mas na dos meus pais e (felizmente) sogros, ao domingo come-se particularmente bem e sempre coisas com substância.
Este domingo trocaram-me as voltas (isto de ter uma mãe com vida tem destas coisas...) Vai daí que tive de ir comer cabrito ao restaurante. Não estava mau, mas não era o da mãezinha.

sábado, 2 de novembro de 2013

Schwarzkopf - Coloração Caseira

Uma promoção no Pingo Doce chamou-me a atenção para esta tinta para coloração capilar caseira: por 4.90€ trazia 2 embalagens.
As únicas vezes que pintei o cabelo foram em casa (com exceção das nuances da juventude, essas feitas por profissionais), com aquelas tintas de "tom sobre tom", que saem com as lavagens E que sempre escolhi o mais próximo possível da minha cor natural - afinal, o que eu pretendia era o glow e não a cor propriamente dita.
Como estas prometem o mesmo e a marca merece-me confiança, arrisquei. Trouxe na cor louro-escuro (que é a minha cor) e já apliquei.
 
A minha opinião: não gostei, porque:
- tem um cheiro muito intenso (provavelmente alta concentração de amoníaco ou afins)
- são precisas 2 embalagens caso o comprimento do vosso cabelo seja abaixo do queixo (esta informação consta nas instruções que vêm no interior da embalagem - salvou-me a promoção ser em quantidade, caso contrário, ficaria com o cabelo às manchas) o que torna esta tinta mais dispendiosa (para mim, que precisei das 2 embalagens) do que as da concorrência.
- o resultado final é satisfatório, mas nada por aí além.
 
 
 
Conteúdo da embalagem

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Crónicas de uma mulher grávida #4. Os preparativos com o quarto.

Por aqui os preparativos para a chegada do herdeiro estão mesmo-mesmo na recta final. As roupinhas estão lavadas e arrumadas, o pai tem o script definido do que agarrar fazer (apesar de eu viver com o terror que ele não vai lembrar-se de nada e aparece-me com o saco do ginásio com uns trapos lá dentro).
 
Quanto ao quarto da criança, admito que rendi-me ao cliché do azul para menino. Isto porque:
1 - o azul é uma das minhas cores favoritas
2 - o pai é daltónico e, para ele, tudo é azul (pelo handicap e pelo FCP).
3 - os poucos móveis (2) que comprámos são do Ikea (que surpresa!), brancos (porque o branco é virtude e paz e combina com o estado de espirito que eu desejo para o herdeiro) fáceis de conjugar com os apontamentos de cor que tínhamos em mente (da Zara Home).
 
Temo-nos esforçado para não entrar em desvarios, evitando comprar em demasia- queremos que ele tenha espaço para desarrumar brincar à vontade e, desde cedo, habitue-se a dar valor às coisas. Acho que o quarto espelha bem essa filosofia: só os móveis necessários, alguma reciclagem a mobiliário perdido cá por casa, ter uma avó com dotes de costureira ajuda (costureira e adivinha porque eu só tive as ideias e foi ela que teve de lhes dar existência - mas conseguimos reciclar coisas antigas que ficaram melhor do que o original) e a coisa compôs-se com pouco dinheiro e voltas (afinal, estou proibida de andar a cirandar).
 
A principal alteração no espaço foi a pintura: aquilo que era um quarto branco sem graça ficou um doce apenas com a pintura de uma parede - o rebordo em azul (meio acintenzado, mas azul) e o nicho
que era quase a totalidade da parede, em riscas largas azulacintenzado-branco.
Quem já pintou riscas sabe que o difícil é demarcar os limites (demorou eternidades), mas o efeito compensa (ver foto abaixo tirada a meio das pinturas).
As restantes paredes permanecem brancas - pelo menos durante mais 1 ano ou 2, altura em que esperamos ver marcas de lápis de cera, rodas de carro ou dedos gordurosos (como qualquer mãe desejo um filho saudável e, como tal, que deixe os pais à beira de um ataque de nervos com a destruição do habitat).
 
O mais engraçado é que andava à procura (com muita dificuldade) de um candeeiro para o quarto da criança, mas sem ser demasiado infantil (não imaginam quão difícil é a tarefa de encontrar coisas sem bonecadas manhosas) quando, em desespero, olho para o teto do velho quarto e concluo que o básico cinzento que esteve lá o tempo todo era...perfeito. Assunto fechado.
 
É verdade que as paredes ainda não têm adereços, mas outras divisões da casa também não e somos felizes assim. Keep it simple. Keep it clean.

Imagem da pintura em progresso (made by pais da criança)
Desculpem se pareço babada, mas conseguir fazer o quarto a custo-controlado e sem desvarios consumistas era um dos meus projetos e consegui-o. (tinha receio de entrar na espiral "é pó menino que ele merece e é tão desejado" e perder a cabeça. Felizmente ela mantem-se no sítio... o suficiente para ir colocando avós e tios nos eixos. Sim, porque mais difícil do que autocontrolar-me é manter os avós e tios sob controlo ;-)



São servidas?

Espadarte com banana acompanhado de legumes (e batatas que uma grávida precisa dos seus hidratos de carbono).

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Mais 15 produtos terminados! E vamos em 89!

Como sabem, este ano, comprometi-me a acabar com muitos dos produtos que tinha cá por casa: abertos (preferencialmente) e em stock.
Não tem sido fácil: como sou dada a poupanças, na hora da compra opto sempre pela versão económica do produto (embalagens XXL) e, como gosto de qualidade, os produtos tendem a render. Ainda assim, já consegui "deitar abaixo" 89 produtos (poderão consultar anteriores posts sobre o tema aqui, aqui, aqui, ainda aqui e aqui).
 
Hoje trago-vos os defuntos dos últimos tempos e conto, até ao final deste ano, conseguir terminar mais uns quantos (bastam 11!) e atingir o simpático número de 100 embalagens para o lixo!
 
Como nestes últimos meses a minha maior dedicação foi à hidratação, não é de estranhar que tenha deitado abaixo 7 hidratantes. São eles:

 
- manteiga corporal anti-estrias da Palmer's, com 250ml. Trata-se de um best-sellers para grávidas nos States, que promete prevenir e reduzir as estrias recentes. À base de vitamina E, Colagénio e Elastina, com manteiga de karité, poderão adquiri-lo no hipermercado por menos de 10€.
Gosto da embalagem (com pump), de ser fácil de espalhar e com absorção mais rápida do que as tradicionais manteigas; não sou fá do cheiro (típico das manteigas de cacau), mas aguenta-se.
Recomendo e voltaria a comprar (caso não tivesse outros em uso).
 
- emulsão Percutalfa, embalagem de 200ml´. Hidratante corporal para gravidas, ajuda a prevenir as estrias (seja resultantes da gravidez ou de outras causas de variação de peso). Um dos meus favoritos para aqueles dias em que não há tempo a perder pois é imediatamente absorvido pela pele, tem um cheiro agradável e não transfere. Mais um que recomendo (creio que o seu preço ronda os 16€ e compra-se em farmácias/para-farmácias).
 
- Óleos corporais
_óleo seco da Barral. Veio cá para casa numa oferta e cumpre o propósito de hidratação e conforto rápido, até porque a embalagem é em spray. Usei no verão, após o duche e com a pele ainda húmida e desenrascou.
_ óleo da Palmer's. Em termos de qualidade comparo-o à manteiga da mesma marca e com as vantagens de um óleo (rápido a aplicar, sobretudo com esta embalagem de spray). Na versão óleo o cheiro a cacau é mais intenso, o que me desagrada.
 
- gel de aloé vera, embalagem de 500ml, com pump. Já fiz review deste produto aqui no blog e não tenho mais nada a acrescentar.
 
- creme gordo da Barral com óleo de amêndoas doces, versão para grávidas com a promessa de ajudar a prevenir as estrias.
Apesar de não gostar nada muito da sensação melosa dos cremes gordos, com a gravidez não me posso fazer esquisita e se há coisa que se consome como se não houvesse amanhã são os cremes gordos. As grande diferenças entre esta versão e a clássica da marca são: maior facilidade no espalhar (mas não esperem milagres), o cheiro mais agradável e o preço (que na versão de grávidas andará pelos 20€).
Meninas, se depois de tanto creme eu conseguir superar esta gravidez (e pós-parto) sem estrias, eu redimo-me do ódio pelos cremes gordos.
 
- creme hidratante de rosto Revitalizing Supreme, da Estee Lauder. Definido como "creme global anti-idade" da marca, foi o meu hidratante noturno durante 8 meses. Eu explico: a embalagem é de 30ml, mas foi intercalada com algumas máscaras hidratantes (e quando faço as máscaras costumo dormir com elas) e amostras, sobretudo nas férias, daí ter rendido tanto.
Neste momento estou a usar 2.ª embalagem do mesmo creme (que tinha em stock cá em casa) de dia e de noite, combinada com o resto dos séruns e creme de olhos da mesma marca (que rendem tanto....).
Admito que desde que experimentei a marca tornei-me fã (em especial do ANR), mas não creio que fique por aqui. A demanda pelo Santo Graal continua.
 
 
Depois entramos na parte dos produtos "menos interessantes":



- gel de duche, com "pérolas de óleo" e aroma feminino de Nenúfar, da Nivea. É um gel de duche razoável, mas nada por aí além. É bom, mas mesmo de supermercado creio que já experimentei melhor. Como tenho vários em stock (é o que dá ser uma viciada em promoções) vamos continuar a encontra-lo por aqui.
 
- desodorizante anti-transpirante de aloé vera da Rexona.
Uma das vantagens deste tipo de post é que obriga-me a "avaliar" os produtos e, com isso, descobri que os meus desodorizantes de supermercado preferidos são os da Rexona (destronando os da Nivea). Gosto deste pelo cheiro imperceptível, embalagem prática e... preço de supermercado. Tenho vários em stock, que terão de ser intercalados com os de outras marcas).
 
- pasta de dentes Colgate, na versão dentes sensíveis. Não que os meus dentes sejam sensíveis, mas o meu bolso é e tenho stock desta pasta até ser grande (foi quase dada numa promoção de um hipermercado). Não tenho nada a dizer... é uma pasta de dentes, com sabor neutro e.. lava os dentes.
 
- perfume Suddenly, do Lidl.
Isto vai parecer-vos estranho, mas há uns anos atrás ouvi falar que este perfume fazia sucesso no estrangeiro (no comments, please) e, vai daí, comprei. Terá sido bem barato, como é apanágio do Lidl e o cheiro não é mau, sobretudo para usar de inverno e por mulheres que gostem de cheiros mais "quentes" e intensos. Acabei-o por estes dias, em casa e não tenciono re-comprar, ainda que não lhe dê nota negativa.
 
- acetona para remover o verniz das unhas, marca Continente. Gosto: é muito barata, fácil de encontrar e, apesar de agressiva, é a minha favorita para retirar vernizes com cores fortes (e muito "acamados!). Sem dúvida que voltarei a comprar no pós-pós gravidez.
 
- bases para o verniz:
_base fortalecedora da Inocos. É barata e evita que a unha fique amarela com o uso diário de verniz; quanto à parte fortalecedora... hum.... não creio e se o que procuram é mesmo um produto fortalecedor recomendo Mavala.
_ base "efeito unha de gel" da Essence. Não, não recomendo. Usei para evitar o contato direto verniz na unha, mas ficou grosso em pouco tempo e de efeito "unha de gel" não tem nada. Tenho o top sealer da mesma linha "efeito unha de gel" que cheguei a usar em simultâneo, mas não vi diferenças. Já li opiniões muito distintas sobre estes produtos: há quem goste e quem odeie- eu estou mais dada ao ódio, mas vou usar até ao fim.
 
- toalhitas húmidas da Huggies. São das minhas favoritas: de pano e bastante suaves. Não servem para desmaquilhar, mas tiram o excesso e naqueles dias em que nem sabemos se vamos conseguir vestir o pijama sempre desenrascam ;-)

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Mexo-me devagarinho, mas ando por aqui.

Isto anda meio parado, mas eu não. Mexo-me muito devagarinho, mas ando por aqui.
 
Isto de experienciar uma gravidez de alto-risco-mas-que-agora-não-dá-jeito-que-a-minha-vida-não-é-isto tem sido uma aventura de altos e baixos. Mas gosto de falar-vos de coisas boas (até porque temos de incentivar a natalidade) e posso dizer-vos que tenho descoberto blogs tão (mas tão) interessantes, daqueles que até parece que conhecemos as pessoas que estão por trás, tenho organizado algumas coisas, daquelas que nunca temos tempo: "aquela" gaveta, os vários cartões com milhares de fotos que fomos acumulando ao longo dos anos, o roupeiro, os papeis...
Só para verem o ridículo da coisa (a minha vida tem muito destas coisas): sabiam que os chás têm prazo de validade? A arrumar a gaveta dos chás (vejam como o tempo abunda que até dá para organizar a gaveta dos chás!!) descobri que aqueles chás gourmet, que me custaram uma pequena fortuna e que guardava para ocasiões especiais/ visitas que soubessem apreciar a qualidade da coisa, estavam todos fora de prazo!! Ainda estive para deitá-los fora, mas vai daí e perguntei-me o que é que poderia acontecer se fervesse umas ervas antigas? e não me parece plausível uma morte angustiante, por isso, esta vossa amiga, só tem bebido chás finos :-)
 
Foto tirada numa destas manhãs, algures pela marginal, que agora há tempo para ver o nascer do sol.




segunda-feira, 30 de setembro de 2013

À quanto tempo não vão a uma biblioteca?

Eu sou do tempo (pareço mesmo velha...) em que as bibliotecas eram sítios incontornáveis. Só para ficarem melhor enquadradas, a internet surgiu na minha Vida andava eu na faculdade... Até lá era ver-me com os livros das bibliotecas debaixo de um braço e a máquina de escrever no outro.
 
Com a chegada dos PC's e a internet, abandonou-se um pouco o conceito e, durante algum tempo deixei de as frequentar.
Há alguns anos atrás, fiquei surpresa por o meu sobrinho (com uns 5 anos, na altura) nunca ter visitado uma que fosse. E comecei a ir com ele, tendo a sorte de, a da minha zona, ter uma área enorme reservada só para crianças e estar muito bem equipada (livros, jogos, dvd's); muito mais aliciante do que no meu tempo, diga-se. E com o passar das tardes (que entretanto o puto ficou viciado!) comecei a espreitar uns livritos para mim... sobretudo aqueles que não me apetecia investir dinheiro e espaço em ter em casa. Comecei pelos de "trabalhos manuais", que foi coisa pela qual tive gosto (mas falta-me o tempo), decoração e afins.
 
E pronto...hoje passei por lá a manhã a "tirar umas ideias".
 
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma sugestão de filme: Blue Jasmine, by Woody Allen

Com as saídas de casa condicionadas sou obrigada a escolher muito bem onde vou aplicar o esforço :-)
Aqui vai a sugestão n.º 1: ir ao cinema assistir ao último filme do Woody Allen, Blue Jasmine.
Começo por dizer que sou suspeita: eu a-do-ro o Woody Allen: o sarcasmo, a ironia, os diálogos e situações embaraçosas que encontramos nos seus filmes assim como a surpresa das interpretações dos atores escolhidos a dedo são um regalo agri-doce aos meus sentidos. Tem filmes melhor conseguidos do que outros, mas não há nenhum que eu não goste.
O Jasmine é um dos meus favoritos de todos os tempos.
A história, apesar de servida com muitos momentos de descontração, é "pesada" e, na minha opinião, é um dos dramas mais amargos do realizador. Fala-nos de jogos de aparências, das voltas da vida e mostra-nos como estamos todos à beira de um esgotamento.
 
Cate Blanchett tem, neste filme, a melhor das suas interpretações e mesmo em situação de desespero, esta mulher é a elegância em pessoa. Dei por mim a babar por cada modelito com que aparecia no ecran :-)
Claro que os restantes atores também surpreendem (não é esse o grande trunfo do Woody Allen?), em especial a Sally Hawkins e Bobby Cannavale (quem diria?) e o próprio Alec Baldwin, aqui num papel bem secundário (sou suspeita, já que ando deliciada com a fase madura deste ator), dão um colorido delicioso a este drama.
 
Espero ter apresentado argumentos suficientes para assistirem a este filme, pois vale bem a pena!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Truque para organizar a casa & ganhar espaço

Sobre o tema da organização doméstica e como tornar a nossa casa (e Vida) mais funcional, existem alguns truques que recomendo. Um deles é o "saco de vácuo", ótimo para guardar roupas que não tenham muito uso de modo a que não ocupem muito espaço e protegidas do pó.
Para quem não conhece, poderão encontrar estes sacos em vários tamanhos tanto nos hipermercados como em lojas dos chineses - eu compro nos chineses que, além de terem um preço mais simpático, têm maior variedade em termos de tamanho.
Basicamente, colocam dentro dos sacos o que pretendem armazenar - eu utilizo-os somente para "roupa da casa" (edredons, mantas, toalhas...), fecham o saco, e depois, com a ajuda do aspirador e através de um orifício que existe no saco, "sugam" o ar do interior do saco ao ponto deste comprimir as roupas.
Dica extra: antes de fechar o saco coloco uma daquelas bolinhas de madeira com cheiro a alfazema e efeito anti-traça ou produto similar (daqueles baratinhos que se compram no hipermercado).
 
Antes: edredons + vários conjuntos de lençóis, resguardos e capas de edredon que estavam a ocupar demasiado espaço no roupeiro, não são usados há seculos nem existe perspetiva de uso num futuro próximo.

Depois: a mesma roupa, devidamente condicionada dentro do saco de vaco passa a ocupar menos de 1/3 do espaço anterior. Agora foi para o roupeiro do sótão fazer companhia às rendas do meu enxoval.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Diário de uma mulher grávida #3 - Achados na Primark

Apesar de estar grávida de 28 semanas (sim, só uma grávida passa a ter as semanas como referencial de tempo, mas enfim, habituem-se) e, por isso, como novas "proporções", tenho conseguido vestir a minha roupa. Nem toda, nem do mesmo jeito, mas tem dado para o desenrasca, tanto mais que vim há 2 semanas para casa.
É que, além de a roupa para grávidas ser particularmente cara, quero evitar gastar dinheiro em coisas que apenas irei usar durante 2/3 meses máximo (que Deus me livre de continuar a usá-la no pós-gravidez) e que me iria ficar a ocupar espaço no roupeiro. Mesmo quem sugere que podemos continuar a comprar nas nossas lojas do costume (leia-se, no meu caso, numa qualquer Zara ou Massimo Dutti), mas 1 ou 2 tamanhos acima, eu pergunto: e o que é que faço depois com essa roupa, sendo que ela não fica mais barata só por eu não estar a levar o meu tamanho habitual.
 
Resumindo: a minha opção ao gastar dinheiro em roupa para grávida foi em soutiens (e recomendo a todas que estejam a passar por isto que não poupem neste item já que o nosso peito está a sofrer bastante e precisa de...apoio) e 1 calças. Comprei o meu 1º soutien na Hope (que tanto dá para esta fase como para a altura da amamentação) e não olhei para o preço: precisava de uma coisa boa e bonita, já me bastava sentir o corpo completamente fora-de-controlo. Tenho pena de só ter comprado 1, porque já lá fui para comprar outro e estava esgotado. É este modelo aqui
Mas 1 só não chega e lá fui à Primark, tendo comprado uns modelos desportivos que me têm desenrascado.
Infelizmente o peito não para de crescer e, como estou a preparar a mala para a maternidade, lembrei-me de dar lá outro pulinho a ver se encontrava outros. E aqui entramos no que realmente interessa: quando se está com umas medidas "fora do regular" encontram-se as pechinchas de que eu só ouvia falar. Assim, e por 4€ trouxe: 4 soutiens de amamentação (0.50€ casa e que também dão para usar agora, se necessário) e 2 t-shirts/túnicas de linho no meu "tamanho de grávida". Leram bem: 4€! e aqui fica a prova



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O que foi hoje o vosso jantar?

O boyfriend cozinha poucas vezes, mas o que faz, faz bem. Pode demorar horrores (um jantar começa a ser preparado ao lanche), deixar a cozinha em estado de guerra (temos trabalhado esse tópico, mas é um homem..multitask é coisa que não lhe assiste!) e o iPad gordurento (com ele, a receita perfeita nunca está no livro de culinária da Pantagruel nem numa qualquer revista- é sempre da net), mas nunca falha.
E para hoje tivemos risotto de espargos verdes (frescos, que o rapaz não faz a coisa por menos) com tomate cherry.
Gostaria de ter tirado a foto do prato já confecionado, mas como sabem o risotto tem de devorar-se comer-se mal acaba de sair do lume por isso, não há cá tempo para ir buscar a máquina (foi isso e serem 22H e a criança ainda não ter jantado :-)
 

sábado, 21 de setembro de 2013

Insónias produtivas com direito a bolo de noz

Hoje foi a noite de insónia para je. Daquelas que duram a noite toda, não sei se conhecem.
Acabei por desistir de lutar contra e levantei-me ainda bem de noite e vá de fazer coisas. Quando dei por mim tinha este belo bolo de noz a perfumar a casa e mais uma trança no forno (sim, porque cá por casa ninguém é rico e não se liga o forno só para fazer uma só coisa...manias).
 
Bolo de Noz, by Anais in insónia
Não só consegui acabar com umas nozes ainda do ano passado que tinha cá por casa (as deste ano estão quase a chegar) como tenho bolinho fresco para o pequeno-almoço. Ajuda morar no campo para poder partir nozes à martelada durante a madrugada ;-)
 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sharknado - um filme mau a não perder

Este filme tem tudo para ser mau: fracos atores e péssima história, mas.... já coloquei a gravar. Sharknado conta a história de um tornado que assola a cidade de Los Angeles, alagando-a e, com ele, arrasta milhares de tubarões assassinos que vão atacar a população por água, terra e ar.
Um filme mauzinho que iria passar somente pela televisão, mas que rapidamente se tornou viral nas redes sociais americanas acabando por estrear nas salas de cinema. Este sábado podemos assistir no Syfy.
Sei que vai ser mau...muito mau, mas não consigo evitar :-)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Declutter

Destralhar a casa!
Arrisco dizer que todas nós, em dado momento, desesperamos com a bagunça instalada em nossas casas. O nível de tolerância para a desarrumação varia de pessoa para pessoa (há quem desanime com a bancada da cozinha suja, outros toleram bem não ter espaço para poisar mais um copo por lavar...), mas há um momento em que perdemos a compostura e só nos apetece bater a porta de casa e sair para a rua. "Longe da vista..."

Da minha experiência (que já é alguma e que sai fortemente reforçada pelo facto de a minha mãe sofrer de um distúrbio compulsivo-obsessivo para a limpeza/arrumação não diagnosticado - e digo isto com o maior dos carinhos ;-) e pelo que tenho lido sobre o tema, posso afirmar que o problema é termos coisas a mais e não, como se pensa, termos falta de "coisas" para organizar. Já repararam como sempre que nos disponibilizamos para dar uma "boa arrumação" a um espaço, invariavelmente apetece-nos sair para comprar umas caixas bonitas ou novos dossiers?

Ora minhas queridas, o nosso problema é tralha a mais e não caixas a menos.
Não tenho ilusões: eu gosto de bens materiais, de coisas bonitas e tendencialmente caras. É o meu karma! Não sou nem serei uma minimalista, na pura aceção da palavra, mas esforço-me para manter a coisa controlada "by keep it simple"!

Como é que eu destralho a minha casa?

1ª regra: não entrará mais tralha.
Sempre que sinto o impulso de comprar/trazer coisas novas para dentro de casa penso:
- Anais, precisas mesmo disto? (a resposta, aqui, é muitas vezes Sim, eu pre-ci-so de mais esta vela ou caixa)
- Anais, e estás disposta a perder o espaço na tua casa que este tareco vai ocupar e o tempo que vais gastar para o limpar? (aqui já começo a ter dúvidas... Menos espaço em casa e mais tempo a limpar o pó já me faz pousar o objeto, de novo, na prateleira da loja)
- Anais, e preferes levar esta caixa ou, com o dinheiro dela ires passear para uma praia paradisíaca? Minhas amigas, por esta altura eu já sai da loja e, tal qual o Tio Patinhas, imagino o saldo da minha conta bancária a crescer.

2ª regra: o que está a mais terá de sair.
Não há milagres: a tralha que fomos acumulando durante anos não vai sair, pelo seu pé, da nossa casa, temos de ser nós a livrar-nos dela. E aqui começa a nobre arte do desapego.
É um processo e, com isso, estou já a adiantar que não temos de nos desapegar de tudo ao mesmo tempo. Seguramente que temos bens dos quais nos conseguimos libertar sem grandes dúvidas ou sentimento de culpa: roupa que já não usamos e que pode ser útil a outros ("Meu Deus, onde é que eu tinha a cabeça quando comprei aquelas calças balão que fazem parecer que tenho um rabo enorme?), caixas e caixinhas que fomos acumulando para aquele projeto DIY para o qual nunca teremos tempo, o prato rachado na cozinha que teima em reaparecer para nos envergonhar perante os convidados (e tão prejudicial para o feng-shui) e tantos outros exemplos.
Outros objetos simplesmente temos necessidade de os manter por perto durante mais tempo: quantas vezes fui destralhando a casa, esbarrando over-and-over no mesmo tareco, mas ainda não me sentia preparada para abrir mão dele... Não vos serve de nada deitarem um objeto fora para, horas depois, estarem de rabo para o ar no caixote de lixo a tentarem reavê-lo.
 
Aos poucos vamos libertando-nos da coisas. Reforço, aos poucos! Da mesma forma que a tralha não entrou na nossa vida de um dia para o outro, não devemos definir como objetivo livrar-nos dela em uma tarde - não só é fisicamente impossível como nos vai deixar frustradas e com vontade de largar tudo da mão. Sugiro baby steps: hoje uma gaveta, amanhã o roupeiro, depois o frigorifico, a seguir o desktop... Garanto-vos que conforme forem destralhando a vossa casa irão sentir-se melhor convosco próprias (sensação de missão cumprida) e isso dá-nos alento para continuar. Na minha opinião, o primeiro passo para uma casa organizada é destralhar porque nem a Martha Stewart consegue organizar tralhas!
 
Se não for pedir muito, digam-me se acham útil este tipo de post - apesar de não ser a Martha Stewart tenho algumas dicas sobre o tema da organização que funcionam bem comigo e terei todo o gosto em partilhar - assim como gostaria de descobrir as vossas.



terça-feira, 17 de setembro de 2013

Dicas para quem trabalha a partir de casa

Por força das circunstâncias estou, há pouco mais de 1 semana, "retida" em casa (para quem não leu os posts anteriores, gravidez de risco com várias ameaças de aborto a isso obrigaram).
Como a vinda para casa foi súbita e 2 empregos não é coisa que se largue de um dia para o outro, tenho andado a "passar a pasta", que é como quem diz, trabalho a partir de casa, dentro daquilo que a gestão via e-mail e telefone permite.
Aos poucos as coisas vão encarreirando e as minhas (excelentes) equipas estão a assumir as novas responsabilidades com um esforço notável. É uma sorte poder trabalhar com os melhores e porque sei que o barco está bem entregue é que vou conseguindo dormir à noite... e a sesta da tarde também ;-)
 
Mas enquanto a transição está a decorrer, tenho de "trabalhar" umas 2/3horas mínimo por dia e, para o conseguir, há alguns truques que, para quem trabalha a partir de casa não constituem novidade, mas para quem está a pensar aventurar-se importa terem presente.
 
Antes de mais não tenham ilusões: é muito difícil manter a disciplina e um horário de trabalho. É preciso definir o objetivo, manter o focus e evitar as distrações que, em casa, são mais do que muitas.
 
1 - Tenho a sorte de ser madrugadora e, por isso, continuo a levantar-me cedo e faço a minha rotina habitual da manhã.
Tomar um bom duche e largar o pijama é, na minha opinião, o melhor a fazer. Além de ajudar o nosso cérebro a processar a informação de que acabou a preguiça, ajuda a fazer-nos sentir mais despertos e de bem connosco próprios. Nesta fase da gravidez não dispenso os meus cuidados de pele - seja rosto ou corpo (tudo para evitar as estrias), mas tenho abdicado da maquilhagem.
Lá por estarmos em casa não temos de desleixarmos por isso, continuo a pintar as unhas, colocar perfume e pentear-me como se fosse à rua. Claro que não me visto como se fosse ter uma reunião com um cliente nem ando de saltos altos, mas tento manter-me apresentável...
De seguida, um bom pequeno almoço, geralmente na companhia do iPad onde espreito as notícias da atualidade. Mas só enquanto dura o pequeno-almoço.
 
2 - Durante a manhã despacho as obrigações profissionais: 1.º trabalho e depois o prazer. E não, nunca o faço na cama ou no sofá: sento-me no escritório, como me sentaria à minha secretária se tivesse ido ao escritório. Abro a janela (já vos disse que moro numa zona praticamente rural?), coloco uma música e começo a minha jornada.
Respondo aos e-mails, vejo os relatórios, faço as chamadas necessárias... Faço por não deixar nada pendente. Claro que se me ligarem durante a tarde atendo a chamada e, por vezes, volto a "logar-me", mas tem sido cada vez mais raro.
Interrupções só a meio da manhã para beber um chá e comer (grávida está sempre a comer!).
 
3 - Terminadas as obrigações "dou-me" permissão para ir até à sala refastelar-me no sofá, ligar a TV ou simplesmente ficar a ler... Ah.. e andar pela net onde me perco durante horas, sobretudo em blogs... Ninguém é perfeito e uma rapariga precisa de se distrair.
Como nestes primeiros dias em casa estávamos numa missão de "tudo-por-tudo", não fiz muito mais do isto, mas esta semana já tenho  luz verde para me mexer (ainda que condicionada) e ando cheia de ideias para me manter ocupada e produtiva. Sobre isso falaremos mais à frente.

sábado, 14 de setembro de 2013

O corpo está de descanso, mas os projectos estão a ganhar forma

Por motivos de força maior e inegociáveis sou obrigada a abrandar o ritmo: 2 empregos exigentes + 1 casa a dar "pó grande" e tudo o mais não estavam a ser compatíveis com uma gravidez de alto risco. Se é verdade que desde o mês 1 que tinha instruções para abrandar e concentrar-me no feijão, "negociei" com os vários médicos que me acompanham o ritmo desta aventura. Para mim era ponto assente que:
1) gravidez não é doença
2) não quero criar um mariquinhas que não aguenta ritmo da mãe
3) a ideia de ficar por casa assusta-me, mais do que a questão financeira é o lado emocional (e se me desse para deprimir e chorar de manhã à noite? a criança iria nascer mais afetada do que passar estes 9 meses a acompanhar as correrias da mãe).
 
Algumas ameaças de aborto depois e, mais recentemente, uma ameaça concreta de que teriam de retirar a criança às 25 semanas de gestação e percebemos que já não há negociação possível. E pior,  "abrandar" deixou de ser opção e passámos a completamente parados! E assim temos estado nos últimos dias: sempre deitados, muita internet, bastante comida (muito mais do que o meu corpo necessita, mas uma rapariga tem de se manter ocupada e a comida ajuda a consolar a alma) e pouco mais.
Com sorte, nos próximos dias teremos alta e receberemos autorização para alguns passeios (jamais caminhadas!) e umas horitas a pé. Estamos confiantes e precisamos de desafios que o teto do quarto já não tem novidades para esta grávida.
Assim, uma rapariga que há anos que não tem tempo para nada, de repente, vê-se com tempo em demasia, tenho imaginado coisas a que gostava de regressar, hobbys antigos e atacar projetos há muito adiados. Quando criei este blog achei que conseguiria voltar a esses hábitos, partilhar ideias com sobre isso, mas o certo é que o tempo sempre foi o meu bem mais escasso e nunca lá cheguei.
Nestes dias de "cama", descobri blogs muito interessantes sobre organização doméstica, trabalhos manuais, culinária, decoração e tantas outras coisas para as quais nunca consigo arranjar tempo. Descobri muita coisa que me deixou verdadeiramente inspirada.
 
 
Outro tema que me começa a interessar verdadeiramente (claramente por força das circunstâncias) é a gestão do casal/casa/trabalho com a chegada de um bebé. Amigas e familiares estão a preparar-me para o pior: "Tudo muda!", "Nunca mais vais ter tempo para nada!", "Diz adeus a tua casa de revista, toda limpinha e sempre arrumada!"
Porque sempre gostei de um bom desafio e a-do-ro provar que os velhos do restelo, comigo, não ganham, estou disposta a preparar-me o melhor que conseguir para "A Chegada" dessa realidade, aparentemente, inevitável. 
 
Posto isto, e porque a minha lista de coisas-a-fazer-assim-que-me-deixarem-levantar-desta-cama tem crescido diariamente, resta-me aguardar autorização para me mexer e aí, prometo ir partilhando convosco as minhas aventuras/projetos à medida que os for concretizando.

Etiquetas

base (5) beleza (31) blog (2) blush (2) boa vida (4) cabelos (3) casa (3) chanel (1) Cinema (1) Clinique (2) compras (26) considerações várias (29) creme (8) cuidados (30) desabafos (25) desejos (7) dicas (3) dieta (7) DIY (1) Estée Lauder (2) Facebook (2) Favoritos (2) filme (7) ganhar tempo (3) Gravidez (7) gula (3) herdeiro (1) Lancôme (1) livros (3) Natal (1) Neutrogena (1) objetivos (3) óleos (1) organização (8) perfumes (2) pirosices (10) por mim (8) pós-gravidez (1) promoções (9) review (27) saldos (12) sapatos (1) saúde (1) Schwarzkopf (1) sorteio (6) Vichy (2) Vida boa (19)