domingo, 4 de novembro de 2012

To Do List

A vantagem de quem:
1 - nos dias úteis, levanta-se às 6 da manhã
2 - tem um boyfriend que madruga na praia (bichinho do surf)
(+ bónus adicional da mudança da hora)
 
É que, mesmo nos Domingos começa a despachar coisas (várias) ainda de madrugada. Assim, a esta hora, já risquei algumas coisas da minha "To Do List"(conclui um documento de trabalho, fiz uma sobremesa e ainda dobrei meias) e vou agora entrar no spa cá da casa (leia-se, casa de banho com um cesto de máscaras e óleos´).
O objetivo é conseguir despachar-me a tempo de estar às 10H na Primark (única hora que consigo encontrar alguma coisa de jeito), seguida de umas comprinhas rápidas (nesta época só comprei 1 casaco, 1 camiseiro e 1 mala!) e talvez passar pela Sephora a aproveitar os 20% de desconto. Às 12H tenho estar a caminho da casa dos sogros para almocinho em família.
Espero que aproveitem bem o domingo. Bjs

PS- Da parte da tarde vou dedicar-me ao sofá (provavelmente a blogar ;)

sábado, 3 de novembro de 2012

Galochas

Aos 5 anos tive umas galochas que imitavam um sapo com olhos (mais alguém?) e o fascínio ficou-se por aí… Desde então que simpatizo mais com sapatos de salto alto.
Pelo menos até o ano passado, altura em que dei por mim a olhar para umas Hunter.
Hunter by Jimmy Choo
Dado o preço delas, ficámo-nos só pelo olhar… Se algum me dedicar, a sério, à agricultura, talvez as compre, mas por agora não.

Por estes dias foram lançadas as galochas do Jumbo, aquelas a 11.90€. Ora 11.90€ já me parece um valor razoável a pagar por umas galochas a usar meia-dúzia de vezes e que nem sequer dão para levar para o meu trabalho.
Poderão encontrar em várias cores, estampadas ou lisas. Eu, como sou muito dada a básicos e porque, muito provavelmente serão as únicas galochas que irei comprar nos próximos 10 anos, fiquei-me por umas pretas, lisas, mas com brilho.

 
As minhas galochas, by Jumbo

A julgar pela minha mudança de opinião no que respeita a galochas, se algum dia lerem que eu estou a pensar numas Crocs, por favor chamem-me à razão.
Mais alguém de galochas?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Review: Base Even Better, da Clinique

Eu sou suspeita para falar na Clinique porque dos inúmeros produtos que usei e uso deles, recomendo-os praticamente todos. Um destes dias faço um post só sobre a Clinique.
As bases da Clinique acompanharam-me na adolescência (a minha 1ª base foi da Clinique, assim como a 2ª e 3ª…) e se é verdade que a minha acne foi ligeira, o combate à oleosidade da minha pele adolescente não era tarefa fácil. Enquanto as minhas colegas de escola debatiam-se com “pastas” no rosto, algumas que provocavam reações alérgicas, eu mantive-me fiel à Clinique não só pela qualidade dos produtos, mas também pelo aspeto natural das suas bases. Morria de medo de ter a figura de algumas meninas, que mesmo à distância dava para perceber que se passava alguma coisa de incómodo no rosto.
Uma das minhas bases favoritas é a Even Better e tenho-a na cor 05 neutral. Como poderão adivinhar pela foto dela, já quase sem letras, está mesmo a chegar ao fim de vida (acho que não sobrevive a este mês).
É uma base líquida, com cobertura média, oil free e com SPF 15 e que tem um acabamento bem natural (“botem bem natural nesse acabamento!).
 
 
 
 
Pelas minhas pesquisas, foi a 1ª base da marca a ser desenvolvida por dermatologistas e é indicada no tratamento de manchas (causadas pelo sol ou borbulhas) e para igualar o tom da pele, prometendo prevenir futuras manchas. Como não tenho o hábito de aplicar a mesma base muitos dias seguidos, não serei a fonte mais fidedigna para validar esse atributo, mas mal não fez…
É uma base com muito boa durabilidade e ideal para peles oleosas (pelo menos a que eu usei, indicada para peles oleosas nunca a recomendaria a peles secas).
Pontos Fracos
Não tem pump (mas o orifício de saída é bem estreito pelo que só o produto a utilizar é que fica em contacto com as mãos).
 
Pontos Fortes
Boa durabilidade
Boa cobertura, sem ficar pesada
Acabamento muito natural
Não alergénica
Oil Free
SPF 15
Nunca li uma má review dela
Assim, acabo como comecei: é-me difícil falar mal da Clinique e, em momentos de dúvida, é uma base a que recorro sempre porque não me deixa ficar mal. Apesar de não ser a minha principal preocupação, para as meninas mais novas que queiram ocultar algumas borbulhas sem parecer que têm reboco na cara é a base que eu recomendaria.
E porque o melhor elogio que podemos fazer a um produto é voltar a comprá-lo: eu já vou na 2ª Even Better.
 
O seu preço não chega aos 30€. Poderão rentabilizar o v/ investimento optando por realizar a compra numa altura de desconto de 20%, comum nas perfumarias (Sephora, Douglas, P&C) e, se possível, conjugando com as campanhas que a marca costuma oferecer e que, na minha opinião, são excelentes - na compra de determinado valor em produtos da Clinique, a marca oferece uma pequena necessaire com várias amostras de produtos, todos em tamanhos bem agradáveis.




Exemplo da última campanha promocional da marca

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Review: Teint Idole Ultra 24h, da Lancôme

Comprei esta base a meio do inverno passado, parei no verão, quando fiquei mais morena e agora, voltei a usar e… continuo apaixonada.

Quem já usou produtos da Lancôme sabe que há toda uma envolvência, uma sensação de luxo que toma conta de nós: as embalagens, as texturas, os cheiros, a qualidade do produto e, pelo menos pela minha experiência, nunca me defraudaram: é uma marca que cumpre o que promete (ok, não sei se os cremes de rugas resultam na percentagem que a marca diz, mas garanto que fazem qualquer coisa pelo bem geral da minha pele).

 Primeiras impressões:

- a embalagem - em vidro, completada pelo pump em plástico é elegante, prática e dá gosto pegar nela

- acho que é a 1ª base que uso que tem cheiro (agradabilíssimo), mas não se assustem porque é tão subtil que só dão por ele na altura da aplicação, depois desaparece. Mas asseguro-vos que, na hora, a sensação é agradável e, tal como referi acima, puro luxo

- variedade nos tons, o que, no meu caso, foi um fator decisivo na compra pois eu ando sempre à procura da cor certa e o 03 desta é perfeito para mim (eu sei que podemos diluir bases no creme ou combinar 2 bases para encontrar a cor perfeita, mas eu maquilho-me às 6 da madrugada e não vou levantar-me mais cedo para trabalhar cores… not my style).

Sobre o produto em si:

- SPF 15 – sempre bom e, em conjunto com o meu creme de dia (que também tem SPF) é suficiente para o meu dia-a-dia no escritório

- cobertura média, do jeito que eu gosto pois não pesa no rosto. Caso pretendamos maior cobertura, podemos  acamar trabalhá-la; como uso apenas com o intuito de uniformizar a pele evito colocar demasiado produto

- textura extra aveludada, macia ao toque, look bastante natural – a marca promete e eu confirmo que cumpre. Aliás, de todas as minhas bases, esta é a que tem melhor acabamento.

- oil free com a vantagem extra de que, de todas as minhas bases, esta é aquela que tende a secar a minha pele (só quem tem pele mista/oleosa e usa base mais de 12H por dia percebe a maravilha deste atributo)

- transfer free – os meus colarinhos e golas agradecem, assim como as minhas mãos (eu ando sempre com as mãos pelo rosto, cabelos… enfim, tiques que já não se mudam com esta idade)

- a duração é boa e, na minha pele, está acima da média, mas abaixo das 24H que promete, obviamente.

Outras informações: a embalagem traz 30ml de produto, com prazo de validade de 12 meses. O preço rondará os 38€, mas aproveitando as campanhas de 20% de desconto, conseguirão comprá-la por 30€, aproximadamente.

É a base que eu uso quando preciso de estar flawless.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dia Mundial da Poupança

Ou como poupar no que se pode para se esbanjar no que se gosta.

Como já devem ter percebido, se há coisa de que eu gosto mais do que bons produtos e comprinhas, é bons produtos e comprinhas a um bom preço. Por diversas vezes partilhei convosco os meus “achados”, o racional que sigo nas minhas compras e que me permitem usufruir de produtos a um preço mais simpático.

Se ficaram impressionadas com as minhas compras de perfumaria (ver aqui ou aqui) imaginem na gestão da casa…

A minha poupança no Sr. Continente
Tenho perfeita noção que tenho possibilidades financeiras acima da média e não quero passar a mensagem de que passo dificuldades e ando de excel aberto a contar tostões– antes pelo contrário: tento poupar no que posso para esbanjar no que gosto e eu, gosto muito de jantar fora, de viajar, de malas das caras e mais uma série de (f)utilidades (olá Vanda) que possam imaginar.

Tive o grande privilégio de ser educada por pessoas com valores muito fortes de ética, de valorização pelo trabalho, de viver de acordo com as nossas possibilidades e isso permite-me dar mais valor a um carro humilde comprado “a pronto” que um BMW a prestações (porque quando acabarmos de pagar o BMW ele está pronto a ir para abate e, feitas as contas ao crédito percebemos que podíamos ter comprado 2 a pronto).

Então, o que faço?

1 – Planeamento: planeio das minhas compras, sejam elas de que natureza for, deixando sempre margem para um promoção surpresa que possa haver. Planeio ainda os meus gastos e isso implica, às vezes, comer tudo o que houver no congelador antes de reabastecer (sejamos francas, dá sempre vontade de agarrar o que está mais à vista).

2 – Stock: se vir uma boa promoção trago em maior quantidade (atenção aos prazos de validade e ponderem se precisam de 5 embalagens de detergente para roupa que vão demorar 2 anos a gastar)

3 – Poupar não é sinónimo de comprar barato. Há que saber investir. Há coisas que não vale a pena levar só porque está barato e há produtos ou serviços que pagar mais representa poupança. Ex: não compro fruta barata porque ela não for boa e bonita, cá em casa, ninguém a come (não me orgulho de dizer isso, mas é a verdade e mais vale aceitar); não compro maquilhagem nos chineses (uma consulta de dermatologia para tratar as alergias sai muito mais cara que uma base de topo), and so on.

4 – Reparo nos preços. Têm noção que, por vezes, alguns produtos, ficam mais baratos quando os compramos nas embalagens pequenas? Experimentem ter por referência o preço do kilo/litro/unidade e ficarão surpreendidas (vale tanto para o papel higiénico e a polpa de tomate como o gel de banho ou discos de algodão).

5 – Naqueles consumos obrigatórios de luz/gás e água, gostaria de partilhar truques milagrosos, mas não tenho. Evito banhos de imersão, mas de Inverno sabem-me tão bem… Faço sopa em panela de pressão; quando ligo o forno para um assado aproveito e faço um bolo ou uma quiche; a máquina de lavar roupa e loiça só trabalham quando estão cheias e adequo a duração dos ciclos e temperatura da água às reais necessidades; as lâmpadas cá de casa são das económicas e, basicamente, é isso.

 
Da minha experiência de gestão financeira (pessoal e profissional) posso confirmar a máxima de que “o dinheiro não é de quem o ganha, mas de quem o poupa”! Conheço de perto empresas e pessoas particulares com “receitas” consideráveis que não conseguem as margens de lucro de outras, mais controladas nas despesas. No início pode custar e até parecer estranho, mas com um tempo transforma-se num vício numa forma de estar e dá imenso gozo comprar uma coisa por metade do seu preço habitual – isso, eu garanto-vos!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Nuxe a 50%

Quem estiver interessada em aproveitar uma boa promoção de uma boa marca, sugiro que dêm um olhinho ao site do Club Fashion. Poderão encontrar alguns (não todos) os produtos da Nuxe.
Do que já experimentei da marca, dou nota positiva ao tónico de 3 rosas (eu sei que tenho algumas seguidoras fãs de rosas) eu fiquei-me por uma loção de limpeza do rosto e o sabonete esfoliante.

Definitivamente, nós Mulheres, não somos homens!*#6

Nós corremos de salto alto.

Este é, provavelmente, a frase feita mais corriqueira no mundo das mulheres: fazemos tudo o que um homem faz, mas em saltos altos. Em boa verdade, nós fazemos tudo o que um homem faz e mais uma centena de coisas e sempre, mas sempre, em cima do salto. Pode variar o tamanho, o tipo, o material, mas sempre de salto. Mais, asseguro-vos que defino todo o meu outfit em função do sapato, e o sapato em função do n.º de km que sei que irei percorrer nesse dia. Ex.: Vou ficar sentada à secretária o dia todo? Posso ir de 10cm mais alta. Vou percorrer gabinetes durante o horário de expediente, dar um pulinho à loja do cidadão à hora de almoço, passar pelo hipermercado ao final da tarde e ainda ir à casa dos pais à noite? 5cm compensados e, muito provavelmente, havaianas no carro para o regresso a casa.

Pior é quando nos baralham as voltas e, com isso, obrigam-nos a trocar de calçado. Como mulher prevenida que sou, asseguro-vos que o meu porta-bagagens parece uma sapateira- há lá sapatos tamanhos 37/38 para todas as ocasiões. E a ideia nem é original.

Já os homens que eu conheço, se o sapato apertar nos dedinhos, se a costura do ténis vincar a unha, se a meia descair um milímetro, é um “aí que o mundo acaba e eu não dou nem mais um passo que não posso!”. Seriously?!

Juro que é verdade que já vi um homem, em plena descida no Bairro Alto, a chegar-se à parede - não fosse o pé escorregar-lhe e não ter onde se agarrar. E nós, Mulheres, em cima dos nossos sapatos lindos de morte (lindos pela estética, de morte pelas dores que nos proporcionam) mantemos o nosso sorriso sereno de que não custa nada (e aqui nem estou a mentir muito pois como qualquer mulher sabe, a partir das primeiras horas de dor acutilante, a dormência do pé é um oásis a que se chegará tão depressa quanto maior o aperto do pé, preferencialmente em tirinhas fininhas bem marcantes). E quando me virem a correr de saltos, não é que não custe…quero é chegar depressa ao destino para me descalçar. 

*Esta afirmação não pretende representar a generalidade dos homens do mundo… somente todos aqueles com que me cruzo.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

The Perfect Skin

Gosto muito de maquilhagem e-tudo-e-tudo, mas o que deixa completamente overwhelmed é uma pele perfeita. Nada me conquista mais que uma tez perfeita, aquela pele de bebé sem marcas, brilho, sombras… eu sou pela luz e pelo efeito de perfeição natural.
Porque a pele é um órgão (e o mais extenso), ela reflete os cuidados que lhe dedicamos, e sim, se comermos porcarias (e doces é porcaria!) a nossa pele ressente-se. E se é verdade que bebo muita água (ao menos isso), ninguém me consegue afastar de um belo croissant com doce… nunca disse que era perfeita! J
Assumindo esse estrago, esforço-me para compensar com alguns cuidados: produtos de qualidade e que me ajudam a ter aquele glow (e meninas, aproveitem o glow que tiverem porque, com a idade ele dá muito trabalho manter). É aqui que entra a minha paixão por bases e o desatino na hora de comprar… eu chego a marcar na agenda o dia de comprar base - posso comprar muita compra por impulso, mas comprar uma base requer trabalho preparatório porque:
- Só compro bases em dias que não trabalho
- De manhã cedo, após a limpeza do rosto e sem qualquer maquilhagem (medo) dirijo-me à loja
- Escolho a vítima (leia-se a funcionária com ar mais prestável que encontrar)
- Inicio a tortura: explicar as 500 000 funções que a base deve cumprir (durar muito tempo, tem de ter cobertura, mas não se pode ser percetível, sem óleo, com SPF e pump, tem de iluminar o rosto mas sem brilho, tenho de saber estar sem ser notada, não pode transferir, mais tudo o que possam imaginar) e experimento várias no rosto – sim, nem em sonhos em compro uma base a experimentar na mão.
Eu sei, sou é horrível e tento ir desculpando-me junto da funcionária, aproveitando esse dia para colocar outros produtos no cesto (ao menos sou a chata que faz uma compra maiorzinha). Ainda e em modo de compensação, é o artigo em que “esqueço” o preço e tendo a fazer avarias; afinal, vou usar todos os dias e, se a coisa correr bem, vai ser usar até acabar. Não me interpretem mal- se a La Praire algum dia tiver uma base, por muito boa que seja eu não tenho liquidez para esse estrago.
Tem funcionado e daí eu ter pouquíssimas bases a uso – racionalmente tenho dificuldade em perceber quem tem 10 bases… como é que se gasta 10 bases em simultâneo e, claro, dentro do prazo de validade?
Assim, ao longo do mês de Novembro irei falar-vos das minhas 4 bases abertas (cor bronzeada e não-bronzear e uma delas a acabar por estes dias) em jeito de review. São todas de marcas diferentes, com várias finalidades e preços.
Porque acho que a demanda pela base perfeita é comum ao universo feminino, desde já agradeço as v/ opiniões e partilha de experiências – tentem é não elogiar muito uma base diferente das minhas que eu não vou comprar nenhuma este inverno, ok? J

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Facebokar ou Não Facebokar?

Facebokamos ou não o estaminé?
O que vos parece?

Cuidados a ter com a roupa #2

Na sequência do postanterior deixo-vos com mais umas dicas de cuidados a ter no tratamento das nossas roupas para garantir que elas mantêm-se bonitas por mais tempo.

Na hora da secagem:

- máquina de secar roupa – só se tiver mesmo de ser; pois além do elevado consumo de eletricidade, causa um grande desgaste às peças de roupa.
- na hora de estender a roupa “na corda” (e agora vou parecer a minha mãe) à que ter  algumas cautelas. Eu sou tão picuinhas quanto ao modo de estender a roupa que, nos dias em que é o boyfriend a faze-lo eu vou, às escondidas, “dar um jeitinho”. Saber estender as peças de roupa no estendal tem 2 vantagens: não deforma a roupa (sobretudo as peças de algodão) e facilita o passar a ferro – sejamos sinceras, as marcas das molas a meio das costas de uma t-shirt não vai desaparecer com o passar a ferro.
- não deixar a roupa exposta muito tempo. Não só porque vai deteriorar os tecidos, como “o sol vai queimar a cor” e, roupa demasiado “ressequida” custa muito mais a engomar.

Fonte
Na hora de engomar:
Eu sou daquelas pessoas que passo TUDO a ferro, seja roupa da casa ou minha, é tudo engomado. Não gosto de águas perfumadas nem outros extras, mas tem de estar tudo impecavelmente passado a ferro. Assim, e para evitar desgraças, além de ajustar a temperatura do ferro, tenho sempre um pano-protetor para as peças mais delicadas e, assim, o ferro não contata diretamente a roupa. Por regra, nas roupas escuras e calças de ganga são engomadas do avesso e, em algumas roupas pretas, recorro também ao pano protetor, evitando o brilho feio que deixa nas peças.

Espero que as minhas dicas vos tenham sido úteis pois, apesar de não constituírem grandes revelações, são cuidados que aprendi com a minha mãe e que posso assegurar-vos que funcionam numa excelente relação de custo-benefício.

E vocês, têm mais dicas a partilhar?

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cuidados a ter com a roupa #1

Para terminar a “semana da roupa de inverno” parece-me adequado falar-vos sobre alguns cuidados a ter. De fato, de nada nos serve fazer boas opções na hora das compras, estudar o melhor investimento, optar por peças de bom corte e de bom material, aproveitar uma boa promoção se, depois, não a vamos tratar bem.
Não me entendam mal: toda a roupa que compro, uso e comigo não funciona o “guardar para um dia especial”. Para mim, todos os dias são especiais! E adoro quando percebo que as minhas peças chegaram ao fim de linha pelo uso (e não porque passam de moda).
Tento, dentro do limite da razoabilidade, ter alguns cuidados com a minha roupa e eles passam por:
Na hora da lavagem:
- não lavar com água muito quente – vamos ser sinceras, a menos que tenhamos um trabalho fisicamente extenuante, a nossa roupa não chega ao final do dia imunda. Por isso, uma lavagem a frio ou 40º é mais do que suficiente (pelo menos cá em casa);
- alguma nódoa mais difícil (roupa dos homens tem sempre uma nódoa difícil…) tenho o cuidado de esfregar o Supergel (ou outro equivalente) antes de colocar na máquina. Por vezes basta aplicar um pouco de detergente liquido diretamente na nódoa e depois introduzir a peça com o resto da roupa dentro da máquina de lavar e seguir os trâmites habituais
- hoje em dia, as máquinas de lavar roupa já têm programas específicos para tecidos mais delicados (sedas, lãs) – usem-nos.
- mesmo nos programas regulares, geralmente pré-definidos, constato que a centrifugação é elevada – sugiro que reduzam. É verdade que a roupa sairá mais encharcada, mas poupam-na ao desgaste de uma centrifugação exagerada.
- separar a roupa por cor – aqui não vos dou uma grande novidade, - e por material. Imaginem que têm umas calças de ganga e uma blusa escuras – as calças de ganga, muito provavelmente, foram usadas mais do que uma vez e estão, por isso, mais sujas, além de que aguentam água mais quente; já a blusa, geralmente de tecido mais delicado, de um tratamento mais cuidado.
Na minha casa (e já na dos meus pais), a roupa para lavar abunda em doses industriais e, por isso, mesmo com estas separações de cores e materiais, tenho sempre roupa suficiente para encher uma máquina, mas admito que alguém sozinho tenha mais dificuldade em colocar a sugestão em prática… é uma questão de ajustarem.
Quanto à roupa intima, regra geral e para desgosto da minha mãe, coloco na máquina – em programa delicado, com pouca ou nenhuma centrifugação, mas sim, é na máquina. Tenho daquelas bolsas para proteger os soutiens quando vão a lavar na máquina, mas nem sempre uso… Shame on me. Só peças mesmo muito delicadas é que lavo à mão.
- ler bem as etiquetas da roupa, respeitando as instruções do fabricante. Com a experiência, vocês vão saber os cuidados que os materiais precisam sem “olhar para o manual”, mas o princípio é este e recomenda-se.
Fonte
Quanto aos detergentes:
A panóplia de produtos e marcas destinados ao cuidado da roupa são tantos que até uma consumidora experiente pode perder-se. Ele há líquidos, em pó e pastilha, aditivos de pré-lavagem, lixivias delicadas, para lavagem manual ou na máquina, especial para lãs, para roupa branca, de cores ou só para roupa escura, e os mais variados cheiros, a questão dos amaciadores e anti-calcários… Deixando a questão do preço de lado (os detergentes de roupa estão, recorrentemente, incluídos nas campanhas promocionais dos hipermercados), tudo o resto é uma questão de preferência pessoal.
O que eu uso:
Básicos- detergentes líquidos (a marca varia em função da promoção e nunca consegui distinguir grande diferença entre o Skip e o Ariel) – um para roupa branca/cor e outro só para a roupa preta, mais o de lã (a minha mãe só usa Softlã, mas eu uso marca branca e não acho diferença), sendo que o de lãs é muitas vezes o utilizado para a roupa mais delicada que opto por lavar à mão (sim, é verdade, eu ainda lavo algumas peças à mão!)
Extras- esporadicamente utilizo produtos específicos como, por exemplo, quando faço uma máquina de “brancos resistentes” recorro às lixivias delicadas, nos colarinhos das camisas do boyfriend pulverizo com aqueles tira-nódoas (Vanish ou equiparado). A utilização destes produtos possibilita-nos que o programa da máquina de lavar seja de de baixas temperaturas.
 
Como o post ficou extenso, amanhã publico as restantes dicas ;) Bjs

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vestidos

O artigo mais comum no meu roupeiro são os vestidos. Admito que tenho uns quantos e não percebo porque é que nós, mulheres, os combatemos tanto; pelo menos no meu local de trabalho é raro. E têm tantas vantagens: não temos de pensar em conjugações – um vestido e ficamos despachadas, são, uma forma barata de nos vestirmos, além de são confortáveis, femininos e dão-nos um ar mais distinto (admitindo que estamos a falar de vestidos-vestidos e não umas túnicas ou panos a fazer a vez de vestido, ok?).

Como a maioria das mulheres com quem convivo não é muito dada a vestidos, posso dar-me ao luxo de os comprar, quase na sua totalidade, em marcas fast-fashion (Zara, Mango, Massimo Dutti) e raramente custam mais de 40€ (bem, os da MD são um pouquito mais caros, mas em compensação, tenho uns quantos da Mango a 20€). E, com um pouco de jeito, o mesmo vestido vai dar para usar no trabalho, ao fim-de-semana ou à noite, pelo que considero-os uma pechincha.

Claro que depois, temos Os Vestidos. Houve um tempo que eu não comprava determinados vestidos porque eram caros e sabia que iriam ser usados em ocasiões muito especiais. Desde que percebi que o que faz uma peça ficar cara é não ser usada, aí meninas, a pirosa que há em mim nunca mais parou de os comprar. Claro que contenho-me para não ficar overdress… Tenho a sorte de o meu trabalho obrigar a algum cuidado e, desde que mantenha o bom senso (que acho que ainda vou tendo) estarei a salvo.

Mas não sou perfeita e vou confessar-vos que, no início do verão, nuns mid season sales da CH, comprei um vestido que é a coisa mais linda que eu vi de roupa este ano. Devo ter ficado tão embasbacada a olhar para o vestido que quem me acompanhava decidiu-me oferecer. Claro que agora estou à espera de uma oportunidade para o vestir (um batizado ou festa de casamento pela manhã seria o ideal).

E se a oportunidade de o vestir não chegar? No problem!.

“I like my money right where i can see it…hanging in my closet.”

 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Um investimento: casaco de inverno

Ainda o Tim Gunn não fazia televisão, e já a minha mãe já me falava da qualidade dos materiais sempre que eu lhe aparecia com uma dúzia de trapos novos.
Sabem aquela dica básica: “investir num bom casaco de inverno”? É uma excelente dica.
Posso-vos dizer que tenho um casaco de Inverno, modelo clássico, castanho escuro, a 3-quartos, quentinho (o seu modelo simples e o estado de conservação permitir-lhe passar por um casaco comprado este ano). Pois esse casaco, comprado há 8 anos na Burberry (haverá melhor?), está impecável e, quando o visto, ainda recebo elogios. A menos que aconteça alguma fatalidade, irá durar mais 8 anos sem precisar de ajustes. Se o preço foi alto? Altíssimo! Mas na relação custo-benefício está mais do que justificado e voltaria a comprar.
Claro está que, no ano em que investi no casaco, não deu para comprar muitas peças mais, mas foi a minha opção e, desde então, que não tenho de me preocupar com a questão do casaco de inverno. É óbvio que tenho mais casacos, comprados em Zaras, baratinhos e dentro da moda desse ano e, que por isso mesmo, duram esse ano.
Proponho-vos um desafio: peguem no preço dos v/ casacos e dividam-no pelo n.º de vezes que já os utilizaram (vale para qualquer artigo). Com esta simples conta percebem se o investimento foi bom porque, para mim, o preço de um bem só é elevado se eu não usufruir dele (e foi assim que decidi cancelar a inscrição no ginásio ;) )
Mais 1 anito ou 2 e acho que ganho o direito a um trench coat da-que-les.

domingo, 21 de outubro de 2012

Roupa de verão que passa para o inverno

Eu trabalho, há quase 15 anos, num escritório com ar condicionado e onde estão sempre temperaturas amenas. Além disso, tenho estacionamento em casa e no trabalho, por isso, muita da minha roupa de verão transita para o inverno, com os óbvios ajustes - umas colants opacas, lenços/encharpes bem grandes e quentinhos, uns casaquinhos de malha, umas sobreposições e a coisa vai-se levando. Claro que adoro a roupa de inverno e, quem me tira uma camisola de gola alta tira-me tudo (acho que é mais pelo enquadramento do rosto do que própriamente pela camisola em si). Vai-se lá perceber…
Assim, tenho de ter atenção redobrada aos básicos que transitam de temporada: o camiseiro branco tem de ser branco (branco encardido não é branco;); as calças pretas têm de ser pretas e não acusar o uso excessivo; os jeans não podem estar coçados (atenção: não recomendável nas empresas com dress code mais rigoroso; se, na vossa, estiver implementado a “Casual Friday”, ainda assim, recomendo que fiquem na ganga preta, sem 2ª lavagem nem rasgões).
Estas são as peças que compro com mais frequência - posso dizer que, quase todos os anos, devo comprar um camiseiro branco e outro preto, uns jeans escuros, uns tops básicos…
Sugestão: Na minha opinião, o cuidado a tenho de ter com este tipo de peças é obrigar-mo-nos a olhar para elas com atenção para perceber quando é que estão a chegar ao fim-de-vida. Eu visto-me ainda de noite, com os olhos quase fechados e, muitas vezes, nem sai bem o que estou a agarrar -  por isso, aproveito quando estou a passar a ferro ou olho bem para elas quando as tenho vestidas.
Quando percebemos que chegou ao fim, é praticar a nobre arte do desapego e dizer-lhes adeus.
Por se tratarem de básicos, que podem encontrar em praticamente todas as lojas de roupas ao longo do ano, sugiro que aproveitem os saldos/promoções para renovar o stock.

sábado, 20 de outubro de 2012

Moda intima

A boa roupa interior é a nossa droga secreta: está escondida e faz-nos felizes. E por boa não estou a falar da La Perla, ok? Estou a falar de: ao nosso gosto, poliester free (if you know what i mean), no tamanho certo e em excelente estado de conservação.

Acho que sou mais esquisita com a roupa interior do que a exterior…Compro inúmeras peças de exterior sem as experimentar, mas experimento inúmeros soutiens antes de conseguir comprar um; e se houvesse uma câmara no provador, as imagens seriam hilariantes pois eu gesticulo-me como se estivesse a aquecer para uma prova de triatlo (eu pulo, alongo para cima e para os lados, reviro-me toda. Um espetáculo!)
Neste campo, sou fiel a marcas e ofereço muita resistência a experimentar outras (más experiências, é o que é). Há anos que compro a minha roupa interior no El Corte Ingles- local com grande oferta, onde encontro as minhas marcas favoritas e consigo experimentar com muita calma.
Já as colants, a menos que precise de algo específico e, nesse caso, recorro à Calzedónia, tudo o resto é comprado nas promoções do Sr. Continente.
 
Boas promoções para quem puder aproveitar: Atualmente está a decorrer uma promoção de 20% desconto em moda intima no El Corte Ingles (mais 10% se pagarem com o cartão deles) – a promoção é até ao dia 21. Este fim-de-semana, o Sr Continente tem a roupa interior com 50% de desconto em cartão (quecas, soutiens, meias, colants, pijamas) - recomendo que façam stock.
 
E confesso que tenho curiosidade em experimentar os serviços (e os soutiens) da Dama de Copas (www.damadecopas.pt). Já experimentaram?

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Mid Season Sales

Quem já me vai conhecendo, sabe que eu andou atenta aos saldos, promoções e afins. Apesar de recente, creio que ainda não postei nenhum produto que não tenha comprado com desconto. Se sou assim na maquilhagem e em outros miminhos, imaginam como sou com o resto? Hoje vou partilhar convosco alguns truques no que diz respeito à roupa.

Ao longo do ano, vou aproveitando os saldos para comprar os básicos (tops, jeans, camiseiro branco, e por aí).
Sempre que o Sr. Continente tem as promoções dos 50% em cartão, compro as meias, as t-shirts básicas e outras peças que me possam chamar a atenção (desde este mês que as promoções da Modalfa entram no saldo do cartão do Sr. Continente e vice-versa).

Tenho-me apercebido que algumas das “minhas” lojas têm feito os chamados “Mid Season Sales” que, na verdade, não é mais do que saldos em artigos selecionados da nova coleção. Assim, contrariando aquela ideia de que os saldos são para despachar o “refugo” das coleções, estes saldos permite-nos comprar, logo no início da estação, peças essenciais e estruturantes do nosso guarda-roupa para a temporada em que estamos.

A Zara ainda não aderiu a esta tendência, mas a Blanco, a Massimo Dutti e a Bimba & Lola, sim. E para demonstrar-vos que vale a pena, deixo-vos com 2 artigos que comprei nesta mid season sales.


Casaco Massimo Dutti (179€ 99.95€)
 
 
 

Casaco knit desfiado cinzento (eu sou fã de cinzento): apesar do corte retro, enquadra-se perfeitamente num look mais trend. Estruturado e elegante o suficiente para levar para o trabalho, com o “extra” de ser quente, confortável e dá para usar com praticamente tudo. Para mim, é uma variação ao básico casaco preto.
 
 
 
 
Mala em pele da Bimba & Lola (195€ 156€)
 
 
 
 


Comprei-a há coisa de 1 mês, mas sei que ainda está em desconto. Na loja disseram-me que a pele é a mesma utilizada pela Prada (não me perguntem se é verdade que eu não tenho nenhuma Prada). Da minha parte asseguro que é de boa qualidade e, apesar de a cor menos habitual (um terracota-alaranjado), combina na perfeição com as minhas roupas e sapatos de inverno. Aliás, acho que combina com tudo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Iste blog não é sobre moda e eu não sou stylist

Não tenho formação em moda e só sou stylist de mim (e das amigas que me pedem opinião). Este blog, também, não é sobre moda. Mas visto-me (todos os dias Je parece-me que poderá ser útil partilhar convosco algumas práticas que, comigo, funcionam. Não esquecer que (já) tenho 35 anos e, entre outras ocupações, trabalho num escritório conservador pelo que deixo, ao critério de cada uma, fazer os ajustes que considerarem adequados à v/ profissão, disponibilidade financeira e que, no limite, definem o v/ estilo.
Começo por dizer que, comparando com a maioria das pessoas que conheço pessoalmente e pelos blogues que vou acompanhando, serei das pessoas com menos peças de roupa. Não estou a dizer que gasto pouco dinheiro em roupa porque tenho noção que tenho peças que dariam para vestir quase uma família inteira. Mais uma vez…opções.
Acontece é que tenho o privilégio de ter sido educada por uma das pessoas mais elegantes que conheço (mi madre) que sempre previligiou a qualidade em detrimento da quantidade, que me ensinou a valorizar a linhas clássicas, intemporais e, ao longo dos anos, fui aprendendo a misturar com algumas (poucas) peças mais trendy. Um estilo que vai sendo ajustado às circunstâncias, mas que pouco tem variado ao longo dos anos.
Assim, e à semelhança da Semana da Beleza, vamos fazer a Semana da Roupa de Inverno (não confundir com a semana da moda)?
 
 
Todos os dias um post diferente sobre roupa: dicas na hora de investir, promoções, alguns pormenores que podem ajudar naqueles dias que estamos perdidas a olhar para o roupeiro. P’ra não ser acusada de criar falsas expectativas, aviso já que não vão encontrar posts sobre “tendências”, tachas ou mini-calções.
 

Dicas para quem não tem tempo a perder #5

Dica n.º 5 - Poluição visual, não obrigada.

A faxinheira que há em mim, não suporte coisas fora do lugar. No meu roupeiro está a roupa que eu uso: não a que já não gosto nem aquela com que sonho, um dia, voltar a caber; na casa de banho, o creme que estou a usar e não aquele fora-de-prazo que só serve para acumular pó; na sala está o jornal desta semana por ler, não o de há 15 dias no qual eu nunca mais irei pegar (nem mesmo aquele que tinha aquela receita que um dia, com tempo, eu gostaria de experimentar); o ambiente de trabalho do meu computador é isso mesmo, ambiente do trabalho que estou a fazer e não um repositório de artigos antigos que ficaram perdidos por ali… Assim, quando quero uma coisa (e, quero-a agora e não depois de ter revirado a casa) geralmente, encontro-a (se não a encontrar foi o boyfriend que mexeu, claro).

Só cá para nós: há coisas de que uma mulher nunca abre mão: aqueles sapatos-que-magoam-horrores-mas-eu-antes-perder-o-dedo-que-desfazer-me-deles; o vestido de 3 dígitos e 5 kgs atrás, mas para esses, nós arranjaremos sempre um sítio especial. Afinal, uma obra de arte é sempre uma obra de arte!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Eu Vou! (Ornatos Violeta)

Eu gosto, eu tenho saudades, eu arranjei bilhetes. Eu vou!


Dicas para quem não tem tempo a perder #4

Dica n.º 4 - É para atestar, se faz favor.

Eu não gosto de ir à bomba de combustível por 2 motivos: Motivo 1 = é uma tarefa cara E desagradável (já repararam como está sempre vento, ficamos despenteadas e a cheirar a gasolina?); Motivo 2 = já aprendi (da pior maneira) que a reserva, uma noite destas, acaba (porque é sempre de noite que acaba).

Infelizmente, e apesar do meu desagrado, o custo e o desprazer vão continuar e não há nada que eu possa fazer. Juro que não aguento a tortura de encher 10€ todos os dias e faço por visitar o Sr. da bomba o mínimo possível. É como tirar um penso: um puxão e já está.

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