sábado, 10 de novembro de 2012

DIY - atacar o frigorifico

Bom Dia Alegrias!
Aquelas que seguem o estaminé sabem que, por aqui, madruga-se. E uma coisa que tenho hábito é despachar as tarefas chatas logo cedinho.. Hoje ataquei o frigorifico e, enquanto fazia "o ataque" lembrei-me em partilhar convosco - no fundo, um DIY de algo que domine (ou pelo menos acho que sim). Aqui vai:
 
Como atacar um frigorifico em 4 passos:
1 - de véspera, retirar tudo do seu interior e deixar a descongelar
2 - no dia: retirar gavetas, prateleiras e tudo o que for amovível e lavar com detergente; deixar escorrer o excesso de água e limpar com pano seco (evitando as manchas do calcário existente na água).
Sugestão: recomenda-se a sua lavagem no quintal ou na banheira porque vai ficar tudo salpicado de água
3 - com um pano embebido em detergente, limpar o interior do frigorífico, em especial na zona de encaixe das prateleiras que é onde tende a acumular mais sugidade
4 - limpar todo o interior com o pano embebido em vinagre. À medida que forem encaixando as gavetas/prateleiras, vão passando também o pano com o vinagre.
Este último passo é essencial pois não só vai eliminar qualquer vestigio de gordura ou impureza que exista como, muito importante, eliminará (desculpem-me a redundância) qualquer cheiro que o v/ frigorifico tenha acumulado. E não se preocupem com o cheiro a vinagre, que ele desaparece.
Eu procedo de igual modo para limpar o congelador.
Como podem ver pela foto, ficou como novo!
 
DIY desta manhã
Agora, é só ligar o frigorifico e enche-lo de coisas saudáveis.
 
Breve nota: se forem como eu e tiverem o hábito de fazerem estar tarefas são luvas, irão reparar que, contrariamente ao equipamento, as vossas mãos vão ficar a tresandar a vinagre - nada agradável, certo? Eu lavo-as com á gua quente e esfrego-as em limão, seguido de aplicação de creme e..o cheiro desaparece.
 
Bom Fim-de-semana

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A minha experiência com a Clinique

Conheço bem mais de uma dúzia de produtos da Clinique (desde cremes vários, séruns, o sistema dos 3 passos, muita maquilhagem, máscaras faciais) e é-me quase impossível falar mal da marca. Os produtos são muito bons, de altíssima qualidade e, dentro dos preços habituais de perfumaria, não serão dos mais elevados.
5 - Base – já usei várias (superbalanced, superfit, anti-blemish, even better... acho que não me estou a esquecer de nenhuma) e estão todas no top do ranking das minhas bases favoritas. A única coisa que me aborrece é não terem pump e, vocês sabem, eu sou fã de pump. A que tenho em uso é a Even Better e poderão ler a review que eu fiz aqui.

Eu vi o Daniel Craig vestido por Tom Ford

Tom Ford
Frio e de chuva combina com cineminha à la Hollywood e enquanto o boyfriend assistiu a 2:30H de perseguições e às manobras à super-homem no novo filme do 007 (Skyfall), eu deliciei-me com o guarda-roupa do Daniel Craig. Como é possível um fato assentar tão bem? Também não passaram despercebidos os vários casacos/cardigans com que ele foi desfilando ou, até mesmo, os sapatos…
E para que não pensem que sou assim tão fútil, a seguir ao guarda-roupa do protagonista, o que eu mais gostei neste 007 foi do desempenho do vilão - o Javier Bardem está asqueroso, tal como a personagem pedia(bem mais disgusting do que em “Este país não é para velhos”).

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Review: Color Clone Subli-Mat Foundation, Helen Rubenstein

Sendo uma marca de referência no universo da beleza feminina, o preço habitual dos seus produtos mantem-me afastada. Umas amostras de bases deixaram-me muito bem impressionada, mas decidi esperar pela oportunidade (leia-se, uma boa promoção) para comprar e… Oh my God!

Nos saldos deste verão da P&C, a base que custava 45€ estava a pouco mais de 20€ e havia na minha cor. Ainda na loja, testei o produto e este fundiu-se de tal maneira na pele que perdi a vergonha e vim à rua com um espelho olhar bem para o rosto (felizmente estava numa loja de rua). A Color Clone Subli-Mat veio para casa comigo!
Já em casa, pesquisei sobre ela e não encontrei muita informação/reviews sobre ela.. estranho... Teria eu descoberto um segredo?

Usei-a durante o verão e as primeiras impressões mantiveram-se:

- uma textura aveludada, imediatamente absorvida e que nos deixa com uma pele macia
- uma pele matificada (como o próprio nome indica)
- a cobertura é ligeira, daí ser a minha base de verão (de inverno, gosto de mais cobertura). Se são como eu, em que a base funciona como uma 2ª pele sem a qual não conseguem viver, mesmo quando estão de férias, esta é a v/ base e garanto-vos que ninguém vai dar por ela. O acabamento é de uma pele nua e vocês próprias só se lembrarão que estão a usá-la quando tocarem no rosto, porque ele vai estar mais suave do que nunca.
- A própria marca recomenda a aplicação desta base com as mãos. Se consultarem o site da HR encontrarão um vídeo a exemplificar a aplicação
- Mesmo para quem não tenha muita experiência na aplicação de base, não vai errar na aplicação desta porque ela funde-se perfeitamente na nossa pele. A marca apresenta o produto como sendo composto por, entre outros, pigmentos de cor que “clonam” a estrutura e a cor da nossa pele.

- Só encontrei 2 pontos negativos: o preço (45€ por uma base de 30ml, para mim, é puxadote) e o SPF/FPS 12. Como se ultrapassa estes constrangimentos? Esperar por uma (muito boa) promoção e, dado que até é a minha base de verão, aplico o protetor solar antes de me maquilhar.

Assim, recomendo a “Color Clone” se o que procuram é um produto
- de rápida absorção
- que matifique a pele
- confira um aspeto muita natural

Não recomendo se procuraram uma base:
- com cobertura (não é o forte desta base)
- com SPF alto
- barata

E vocês, já experimentaram bases da HR?

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Natal em Beleza, com o Sr. Continente.

O Sr. Continente está preocupado com a nossa beleza para este Natal e, vai daí, lançou hoje uma campanha de descontos em produtos de beleza, válida até 24/12/2012. Poderão consultar o catálogo aqui

Destaco:
-50% na compra de 2 sabonetes Ach Brito
-25% no gel/óleo de banho da Nivea (sim, eu uso gel de banho do supermercado)
-25% nos vernizes da Bourjois
-25% nos batons Rouge Caress e máscara de olhos False Extensions, ambos da L’Oreal (da L’Oreal têm ainda a base e o BB Cream, mas estes não conheço)

As outras inúmeras marcas, e até produtos destas que mencionei e que estão com desconto, nunca experimentei e, por isso, não me pronuncio. Caso queiram destacar mais algum à lista de sugestões, por favor indiquem em comentário. Gracias.

Dizer adeus a produtos quase moribundos

Sabem o meu compromisso de terminar o que existe cá por casa?
Tem funcionado sobretudo graças a uma política muito clara de "não estrear nada". Assim, mesmo que aproveite uma boa promoção e compre um artigo que queira muito, ele continua selado a aguardar que o que está em uso termine: tem sido assim com a maquilhagem e todo o tipo de cremes. O mais dificíl está a ser com a linha da Estee Lauder, mas estou a ter um incentivo extra: como no final deste mês irei de férias para a praia, estou particularmente motivada a acabar com os restos até ao regresso, em Dezembro. Saber que se me portar bem tenho muitas coisas novas para estrear em Dezembro que me mantém na linha: novos cremes de rosto, corpo, cabelos e até maquilhagem. Até os protetores solares e óleos que vão viajar comigo receberam ordens para não regressarem.
Já há uns anitos que tenho instituído que a maquilhagem  não pode exceder uma caixa e isso, manteve "o vício" sob controlo. Ainda assim, tem havido alguns desvios (percebi, por exemplo, que a necessaire no trabalho estava a aumentar... espertinha), mas nada que não se resolva com um pouco de empenho.
Guardei algumas embalagens vazias (num estado meio desgraçado, com letras meio apagadas) e achei que seria interessantes mostrar-vos juntamente com uma mini review (como gosto de ver estes post nos outros blogues pensei que seria interessante faze-lo também).
Fica para o fim-de-semana porque a esta hora já não consigo boas fotos dos produtos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Review: Base Liftactiv Flexilift, da Vichy

Dada a idade, procuro incluir na minha rotina produtos com efeito preventivo ao nível das rugas e/ou ajude a diminuir a sua aparência. Foi por isso (e pela promoção dos 50% da Vichy) que cheguei à Liftactiv.
 
O que a marca promete:
- base anti-rugas de efeito lifting imediato sem rigidez nos traços
- a sua fórmula enriquecida com collagyl atua no preenchimento das rugas, com resultados no espaço de 1 mês
- tez uniforme e luminosa durante todo o dia
 
A minha opinião:
Para  mim, um packaging bonito tem efeito placebo na apreciação geral de um produto… fazer o quê?
- a embalagem de vidro, com pump em plástico (e o que eu gosto de um pump…) conquistou-me. O pump funciona bem e, para quem é cética a este tipo de embalagem por não conseguir gastar o produto todo, já percebi que dá para desenroscar o pump e, virando a embalagem ao contrário, podemos consumir até à última gota. Não se desperdiça nada.
- 30ml de produto não chega a 20€ (eu, comprei na promoção dos 50%... façam as contas à pechincha do que eu paguei por ela)
- a sua fórmula é bastante hidratante pelo que, conjugada com a minha pele mista, acaba por não durar tanto como outras bases (ex: Idole Ultra), mas não é nada que um retoque a meio do dia não resolva). Por esse motivo, considero-a adequada para usar no inverno, quando o frio e o vento agridem mais a nossa pele, pois ela proporciona uma proteção extra
- cobertura ligeira-média, mas suficiente para uniformização do tom da pele
- a formula funciona bem em peles mais maduras já que não acumula nas rugas e é facilmente absorvida pela pele, mas não garanto que reduza, efetivamente, as rugas.
- sinceramente, não creio que precisem de esperar pelos 40 anos para usarem esta base, mas admito que possa não ser a mais indicada para uma pele de 20 anos – nada como passarem numa farmácia e experimentarem. Eu recomendaria a pessoas com a pele seca e para usar no Inverno já que a sua qualidade de hidratante coloca-a em lugar de destaque face a outras bases que já tenha experimentado.
 
Informação adicional: na minha opinião, a Vichy é uma boa marca, com bastante variedade de produtos que vale a pena conhecerem. No que respeita a bases é excelente pois seja qual for o vosso tipo de pele e finalidade pretendida encontrarão uma base à v/ medida (basta lembrar a famosíssima Dermablend e o seu sucesso nas peles mais problemáticas ou naquela fase-parva da adolescência, que faz o mix entre a cobertura, tratamento e preço). Se “apanharem” uma promoção de 50% (não seria inédito na Vichy) comprem que não se irão arrepender.

domingo, 4 de novembro de 2012

Compras de hoje

Eu bem que gostaria de vos dizer que fiz umas excelentes compras, que já estou servida para a temporada, mas não. Cada ano que passa, está a ficar mais difícil eu "trazer a loja para Casa": não encontro o que procuro, quando encontro acho que está caríssimo e acabo por esperar uma melhor oportunidade.
Todos os anos faço questão de doar roupas que já não uso (a maioria porque já não gosto ou simplesmente cansei) e, já há algumas temporadas que a roupa que "tem saído" tem sido mais do que a que "tem entrado". Resultado: orgulhosa do meu desprendimento, mas obrigada a alguma ginástica na gestão das roupas. A julgar pela experiência de hoje, esta minha tendência veio para ficar e não a vou contrariar.
"Bati perna" na Zara, Mango, H&M, Blanco, Benetton, Primark...nada me chamou a atenção. Gostei de algumas coisas na  Red Globe + Massimo Dutti e, sobretudo, na Lanidor, mas nada abaixo dos 50€ e, sinceramente, dar 50€ por uma malha fininha...não consigo. Felizmente, apesar de cada vez menos, tenho roupa para me aguentar até aos saldos. Até lá, tenho de me ir mentalizando que terei de abrir os cordões à bolsa e comprar roupa ao preço que ela estiver, sob pena de, no próximo inverno, não ter o que vestir.
 
Apesar de não ter cumprido o objetivo principal (comprar roupa) fiquei satisfeita porque, graças a algumas meninas (Obrigada Pindérica e Szofi) conheci os interiores da Primark. De fato, com alguma paciência descobrem-se coisinhas boas a preços muito, mas mesmo muito, acessíveis. Vamos a ver como me vou dar no dia-a-dia.

Compras na Primark e Rituals

Como fui cedo, consegui encontrar o meu tamanho nos bodies interiores que eles costumam ter e que eu adoro para usar como "camisa interior"- um desses bodies por baixo do vestido ou de um camiseiro e estou pronta para trabalhar (mais um casaco bem quente para quando saio à roupa e estou servida para o inverno).
 
De seguida, na Rituals, aproveitei o desconso nos sticks perfurmados e trouxe um, de Jasmim, para o escritório (em casa, não troco a Lampe Berger por nada!)
 
Compras na Sephora
 
Por último, um pulinho à Sephora para aproveitar o desconto de 20% e trouxe apenas o que tinha na lista de artigos em falta: lápis de olhos na cor rosa/champanhe da MUF e primer de olhos da Urban Decay (na cor champanhe). 

To Do List

A vantagem de quem:
1 - nos dias úteis, levanta-se às 6 da manhã
2 - tem um boyfriend que madruga na praia (bichinho do surf)
(+ bónus adicional da mudança da hora)
 
É que, mesmo nos Domingos começa a despachar coisas (várias) ainda de madrugada. Assim, a esta hora, já risquei algumas coisas da minha "To Do List"(conclui um documento de trabalho, fiz uma sobremesa e ainda dobrei meias) e vou agora entrar no spa cá da casa (leia-se, casa de banho com um cesto de máscaras e óleos´).
O objetivo é conseguir despachar-me a tempo de estar às 10H na Primark (única hora que consigo encontrar alguma coisa de jeito), seguida de umas comprinhas rápidas (nesta época só comprei 1 casaco, 1 camiseiro e 1 mala!) e talvez passar pela Sephora a aproveitar os 20% de desconto. Às 12H tenho estar a caminho da casa dos sogros para almocinho em família.
Espero que aproveitem bem o domingo. Bjs

PS- Da parte da tarde vou dedicar-me ao sofá (provavelmente a blogar ;)

sábado, 3 de novembro de 2012

Galochas

Aos 5 anos tive umas galochas que imitavam um sapo com olhos (mais alguém?) e o fascínio ficou-se por aí… Desde então que simpatizo mais com sapatos de salto alto.
Pelo menos até o ano passado, altura em que dei por mim a olhar para umas Hunter.
Hunter by Jimmy Choo
Dado o preço delas, ficámo-nos só pelo olhar… Se algum me dedicar, a sério, à agricultura, talvez as compre, mas por agora não.

Por estes dias foram lançadas as galochas do Jumbo, aquelas a 11.90€. Ora 11.90€ já me parece um valor razoável a pagar por umas galochas a usar meia-dúzia de vezes e que nem sequer dão para levar para o meu trabalho.
Poderão encontrar em várias cores, estampadas ou lisas. Eu, como sou muito dada a básicos e porque, muito provavelmente serão as únicas galochas que irei comprar nos próximos 10 anos, fiquei-me por umas pretas, lisas, mas com brilho.

 
As minhas galochas, by Jumbo

A julgar pela minha mudança de opinião no que respeita a galochas, se algum dia lerem que eu estou a pensar numas Crocs, por favor chamem-me à razão.
Mais alguém de galochas?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Review: Base Even Better, da Clinique

Eu sou suspeita para falar na Clinique porque dos inúmeros produtos que usei e uso deles, recomendo-os praticamente todos. Um destes dias faço um post só sobre a Clinique.
As bases da Clinique acompanharam-me na adolescência (a minha 1ª base foi da Clinique, assim como a 2ª e 3ª…) e se é verdade que a minha acne foi ligeira, o combate à oleosidade da minha pele adolescente não era tarefa fácil. Enquanto as minhas colegas de escola debatiam-se com “pastas” no rosto, algumas que provocavam reações alérgicas, eu mantive-me fiel à Clinique não só pela qualidade dos produtos, mas também pelo aspeto natural das suas bases. Morria de medo de ter a figura de algumas meninas, que mesmo à distância dava para perceber que se passava alguma coisa de incómodo no rosto.
Uma das minhas bases favoritas é a Even Better e tenho-a na cor 05 neutral. Como poderão adivinhar pela foto dela, já quase sem letras, está mesmo a chegar ao fim de vida (acho que não sobrevive a este mês).
É uma base líquida, com cobertura média, oil free e com SPF 15 e que tem um acabamento bem natural (“botem bem natural nesse acabamento!).
 
 
 
 
Pelas minhas pesquisas, foi a 1ª base da marca a ser desenvolvida por dermatologistas e é indicada no tratamento de manchas (causadas pelo sol ou borbulhas) e para igualar o tom da pele, prometendo prevenir futuras manchas. Como não tenho o hábito de aplicar a mesma base muitos dias seguidos, não serei a fonte mais fidedigna para validar esse atributo, mas mal não fez…
É uma base com muito boa durabilidade e ideal para peles oleosas (pelo menos a que eu usei, indicada para peles oleosas nunca a recomendaria a peles secas).
Pontos Fracos
Não tem pump (mas o orifício de saída é bem estreito pelo que só o produto a utilizar é que fica em contacto com as mãos).
 
Pontos Fortes
Boa durabilidade
Boa cobertura, sem ficar pesada
Acabamento muito natural
Não alergénica
Oil Free
SPF 15
Nunca li uma má review dela
Assim, acabo como comecei: é-me difícil falar mal da Clinique e, em momentos de dúvida, é uma base a que recorro sempre porque não me deixa ficar mal. Apesar de não ser a minha principal preocupação, para as meninas mais novas que queiram ocultar algumas borbulhas sem parecer que têm reboco na cara é a base que eu recomendaria.
E porque o melhor elogio que podemos fazer a um produto é voltar a comprá-lo: eu já vou na 2ª Even Better.
 
O seu preço não chega aos 30€. Poderão rentabilizar o v/ investimento optando por realizar a compra numa altura de desconto de 20%, comum nas perfumarias (Sephora, Douglas, P&C) e, se possível, conjugando com as campanhas que a marca costuma oferecer e que, na minha opinião, são excelentes - na compra de determinado valor em produtos da Clinique, a marca oferece uma pequena necessaire com várias amostras de produtos, todos em tamanhos bem agradáveis.




Exemplo da última campanha promocional da marca

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Review: Teint Idole Ultra 24h, da Lancôme

Comprei esta base a meio do inverno passado, parei no verão, quando fiquei mais morena e agora, voltei a usar e… continuo apaixonada.

Quem já usou produtos da Lancôme sabe que há toda uma envolvência, uma sensação de luxo que toma conta de nós: as embalagens, as texturas, os cheiros, a qualidade do produto e, pelo menos pela minha experiência, nunca me defraudaram: é uma marca que cumpre o que promete (ok, não sei se os cremes de rugas resultam na percentagem que a marca diz, mas garanto que fazem qualquer coisa pelo bem geral da minha pele).

 Primeiras impressões:

- a embalagem - em vidro, completada pelo pump em plástico é elegante, prática e dá gosto pegar nela

- acho que é a 1ª base que uso que tem cheiro (agradabilíssimo), mas não se assustem porque é tão subtil que só dão por ele na altura da aplicação, depois desaparece. Mas asseguro-vos que, na hora, a sensação é agradável e, tal como referi acima, puro luxo

- variedade nos tons, o que, no meu caso, foi um fator decisivo na compra pois eu ando sempre à procura da cor certa e o 03 desta é perfeito para mim (eu sei que podemos diluir bases no creme ou combinar 2 bases para encontrar a cor perfeita, mas eu maquilho-me às 6 da madrugada e não vou levantar-me mais cedo para trabalhar cores… not my style).

Sobre o produto em si:

- SPF 15 – sempre bom e, em conjunto com o meu creme de dia (que também tem SPF) é suficiente para o meu dia-a-dia no escritório

- cobertura média, do jeito que eu gosto pois não pesa no rosto. Caso pretendamos maior cobertura, podemos  acamar trabalhá-la; como uso apenas com o intuito de uniformizar a pele evito colocar demasiado produto

- textura extra aveludada, macia ao toque, look bastante natural – a marca promete e eu confirmo que cumpre. Aliás, de todas as minhas bases, esta é a que tem melhor acabamento.

- oil free com a vantagem extra de que, de todas as minhas bases, esta é aquela que tende a secar a minha pele (só quem tem pele mista/oleosa e usa base mais de 12H por dia percebe a maravilha deste atributo)

- transfer free – os meus colarinhos e golas agradecem, assim como as minhas mãos (eu ando sempre com as mãos pelo rosto, cabelos… enfim, tiques que já não se mudam com esta idade)

- a duração é boa e, na minha pele, está acima da média, mas abaixo das 24H que promete, obviamente.

Outras informações: a embalagem traz 30ml de produto, com prazo de validade de 12 meses. O preço rondará os 38€, mas aproveitando as campanhas de 20% de desconto, conseguirão comprá-la por 30€, aproximadamente.

É a base que eu uso quando preciso de estar flawless.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dia Mundial da Poupança

Ou como poupar no que se pode para se esbanjar no que se gosta.

Como já devem ter percebido, se há coisa de que eu gosto mais do que bons produtos e comprinhas, é bons produtos e comprinhas a um bom preço. Por diversas vezes partilhei convosco os meus “achados”, o racional que sigo nas minhas compras e que me permitem usufruir de produtos a um preço mais simpático.

Se ficaram impressionadas com as minhas compras de perfumaria (ver aqui ou aqui) imaginem na gestão da casa…

A minha poupança no Sr. Continente
Tenho perfeita noção que tenho possibilidades financeiras acima da média e não quero passar a mensagem de que passo dificuldades e ando de excel aberto a contar tostões– antes pelo contrário: tento poupar no que posso para esbanjar no que gosto e eu, gosto muito de jantar fora, de viajar, de malas das caras e mais uma série de (f)utilidades (olá Vanda) que possam imaginar.

Tive o grande privilégio de ser educada por pessoas com valores muito fortes de ética, de valorização pelo trabalho, de viver de acordo com as nossas possibilidades e isso permite-me dar mais valor a um carro humilde comprado “a pronto” que um BMW a prestações (porque quando acabarmos de pagar o BMW ele está pronto a ir para abate e, feitas as contas ao crédito percebemos que podíamos ter comprado 2 a pronto).

Então, o que faço?

1 – Planeamento: planeio das minhas compras, sejam elas de que natureza for, deixando sempre margem para um promoção surpresa que possa haver. Planeio ainda os meus gastos e isso implica, às vezes, comer tudo o que houver no congelador antes de reabastecer (sejamos francas, dá sempre vontade de agarrar o que está mais à vista).

2 – Stock: se vir uma boa promoção trago em maior quantidade (atenção aos prazos de validade e ponderem se precisam de 5 embalagens de detergente para roupa que vão demorar 2 anos a gastar)

3 – Poupar não é sinónimo de comprar barato. Há que saber investir. Há coisas que não vale a pena levar só porque está barato e há produtos ou serviços que pagar mais representa poupança. Ex: não compro fruta barata porque ela não for boa e bonita, cá em casa, ninguém a come (não me orgulho de dizer isso, mas é a verdade e mais vale aceitar); não compro maquilhagem nos chineses (uma consulta de dermatologia para tratar as alergias sai muito mais cara que uma base de topo), and so on.

4 – Reparo nos preços. Têm noção que, por vezes, alguns produtos, ficam mais baratos quando os compramos nas embalagens pequenas? Experimentem ter por referência o preço do kilo/litro/unidade e ficarão surpreendidas (vale tanto para o papel higiénico e a polpa de tomate como o gel de banho ou discos de algodão).

5 – Naqueles consumos obrigatórios de luz/gás e água, gostaria de partilhar truques milagrosos, mas não tenho. Evito banhos de imersão, mas de Inverno sabem-me tão bem… Faço sopa em panela de pressão; quando ligo o forno para um assado aproveito e faço um bolo ou uma quiche; a máquina de lavar roupa e loiça só trabalham quando estão cheias e adequo a duração dos ciclos e temperatura da água às reais necessidades; as lâmpadas cá de casa são das económicas e, basicamente, é isso.

 
Da minha experiência de gestão financeira (pessoal e profissional) posso confirmar a máxima de que “o dinheiro não é de quem o ganha, mas de quem o poupa”! Conheço de perto empresas e pessoas particulares com “receitas” consideráveis que não conseguem as margens de lucro de outras, mais controladas nas despesas. No início pode custar e até parecer estranho, mas com um tempo transforma-se num vício numa forma de estar e dá imenso gozo comprar uma coisa por metade do seu preço habitual – isso, eu garanto-vos!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Nuxe a 50%

Quem estiver interessada em aproveitar uma boa promoção de uma boa marca, sugiro que dêm um olhinho ao site do Club Fashion. Poderão encontrar alguns (não todos) os produtos da Nuxe.
Do que já experimentei da marca, dou nota positiva ao tónico de 3 rosas (eu sei que tenho algumas seguidoras fãs de rosas) eu fiquei-me por uma loção de limpeza do rosto e o sabonete esfoliante.

Definitivamente, nós Mulheres, não somos homens!*#6

Nós corremos de salto alto.

Este é, provavelmente, a frase feita mais corriqueira no mundo das mulheres: fazemos tudo o que um homem faz, mas em saltos altos. Em boa verdade, nós fazemos tudo o que um homem faz e mais uma centena de coisas e sempre, mas sempre, em cima do salto. Pode variar o tamanho, o tipo, o material, mas sempre de salto. Mais, asseguro-vos que defino todo o meu outfit em função do sapato, e o sapato em função do n.º de km que sei que irei percorrer nesse dia. Ex.: Vou ficar sentada à secretária o dia todo? Posso ir de 10cm mais alta. Vou percorrer gabinetes durante o horário de expediente, dar um pulinho à loja do cidadão à hora de almoço, passar pelo hipermercado ao final da tarde e ainda ir à casa dos pais à noite? 5cm compensados e, muito provavelmente, havaianas no carro para o regresso a casa.

Pior é quando nos baralham as voltas e, com isso, obrigam-nos a trocar de calçado. Como mulher prevenida que sou, asseguro-vos que o meu porta-bagagens parece uma sapateira- há lá sapatos tamanhos 37/38 para todas as ocasiões. E a ideia nem é original.

Já os homens que eu conheço, se o sapato apertar nos dedinhos, se a costura do ténis vincar a unha, se a meia descair um milímetro, é um “aí que o mundo acaba e eu não dou nem mais um passo que não posso!”. Seriously?!

Juro que é verdade que já vi um homem, em plena descida no Bairro Alto, a chegar-se à parede - não fosse o pé escorregar-lhe e não ter onde se agarrar. E nós, Mulheres, em cima dos nossos sapatos lindos de morte (lindos pela estética, de morte pelas dores que nos proporcionam) mantemos o nosso sorriso sereno de que não custa nada (e aqui nem estou a mentir muito pois como qualquer mulher sabe, a partir das primeiras horas de dor acutilante, a dormência do pé é um oásis a que se chegará tão depressa quanto maior o aperto do pé, preferencialmente em tirinhas fininhas bem marcantes). E quando me virem a correr de saltos, não é que não custe…quero é chegar depressa ao destino para me descalçar. 

*Esta afirmação não pretende representar a generalidade dos homens do mundo… somente todos aqueles com que me cruzo.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

The Perfect Skin

Gosto muito de maquilhagem e-tudo-e-tudo, mas o que deixa completamente overwhelmed é uma pele perfeita. Nada me conquista mais que uma tez perfeita, aquela pele de bebé sem marcas, brilho, sombras… eu sou pela luz e pelo efeito de perfeição natural.
Porque a pele é um órgão (e o mais extenso), ela reflete os cuidados que lhe dedicamos, e sim, se comermos porcarias (e doces é porcaria!) a nossa pele ressente-se. E se é verdade que bebo muita água (ao menos isso), ninguém me consegue afastar de um belo croissant com doce… nunca disse que era perfeita! J
Assumindo esse estrago, esforço-me para compensar com alguns cuidados: produtos de qualidade e que me ajudam a ter aquele glow (e meninas, aproveitem o glow que tiverem porque, com a idade ele dá muito trabalho manter). É aqui que entra a minha paixão por bases e o desatino na hora de comprar… eu chego a marcar na agenda o dia de comprar base - posso comprar muita compra por impulso, mas comprar uma base requer trabalho preparatório porque:
- Só compro bases em dias que não trabalho
- De manhã cedo, após a limpeza do rosto e sem qualquer maquilhagem (medo) dirijo-me à loja
- Escolho a vítima (leia-se a funcionária com ar mais prestável que encontrar)
- Inicio a tortura: explicar as 500 000 funções que a base deve cumprir (durar muito tempo, tem de ter cobertura, mas não se pode ser percetível, sem óleo, com SPF e pump, tem de iluminar o rosto mas sem brilho, tenho de saber estar sem ser notada, não pode transferir, mais tudo o que possam imaginar) e experimento várias no rosto – sim, nem em sonhos em compro uma base a experimentar na mão.
Eu sei, sou é horrível e tento ir desculpando-me junto da funcionária, aproveitando esse dia para colocar outros produtos no cesto (ao menos sou a chata que faz uma compra maiorzinha). Ainda e em modo de compensação, é o artigo em que “esqueço” o preço e tendo a fazer avarias; afinal, vou usar todos os dias e, se a coisa correr bem, vai ser usar até acabar. Não me interpretem mal- se a La Praire algum dia tiver uma base, por muito boa que seja eu não tenho liquidez para esse estrago.
Tem funcionado e daí eu ter pouquíssimas bases a uso – racionalmente tenho dificuldade em perceber quem tem 10 bases… como é que se gasta 10 bases em simultâneo e, claro, dentro do prazo de validade?
Assim, ao longo do mês de Novembro irei falar-vos das minhas 4 bases abertas (cor bronzeada e não-bronzear e uma delas a acabar por estes dias) em jeito de review. São todas de marcas diferentes, com várias finalidades e preços.
Porque acho que a demanda pela base perfeita é comum ao universo feminino, desde já agradeço as v/ opiniões e partilha de experiências – tentem é não elogiar muito uma base diferente das minhas que eu não vou comprar nenhuma este inverno, ok? J

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Facebokar ou Não Facebokar?

Facebokamos ou não o estaminé?
O que vos parece?

Cuidados a ter com a roupa #2

Na sequência do postanterior deixo-vos com mais umas dicas de cuidados a ter no tratamento das nossas roupas para garantir que elas mantêm-se bonitas por mais tempo.

Na hora da secagem:

- máquina de secar roupa – só se tiver mesmo de ser; pois além do elevado consumo de eletricidade, causa um grande desgaste às peças de roupa.
- na hora de estender a roupa “na corda” (e agora vou parecer a minha mãe) à que ter  algumas cautelas. Eu sou tão picuinhas quanto ao modo de estender a roupa que, nos dias em que é o boyfriend a faze-lo eu vou, às escondidas, “dar um jeitinho”. Saber estender as peças de roupa no estendal tem 2 vantagens: não deforma a roupa (sobretudo as peças de algodão) e facilita o passar a ferro – sejamos sinceras, as marcas das molas a meio das costas de uma t-shirt não vai desaparecer com o passar a ferro.
- não deixar a roupa exposta muito tempo. Não só porque vai deteriorar os tecidos, como “o sol vai queimar a cor” e, roupa demasiado “ressequida” custa muito mais a engomar.

Fonte
Na hora de engomar:
Eu sou daquelas pessoas que passo TUDO a ferro, seja roupa da casa ou minha, é tudo engomado. Não gosto de águas perfumadas nem outros extras, mas tem de estar tudo impecavelmente passado a ferro. Assim, e para evitar desgraças, além de ajustar a temperatura do ferro, tenho sempre um pano-protetor para as peças mais delicadas e, assim, o ferro não contata diretamente a roupa. Por regra, nas roupas escuras e calças de ganga são engomadas do avesso e, em algumas roupas pretas, recorro também ao pano protetor, evitando o brilho feio que deixa nas peças.

Espero que as minhas dicas vos tenham sido úteis pois, apesar de não constituírem grandes revelações, são cuidados que aprendi com a minha mãe e que posso assegurar-vos que funcionam numa excelente relação de custo-benefício.

E vocês, têm mais dicas a partilhar?

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cuidados a ter com a roupa #1

Para terminar a “semana da roupa de inverno” parece-me adequado falar-vos sobre alguns cuidados a ter. De fato, de nada nos serve fazer boas opções na hora das compras, estudar o melhor investimento, optar por peças de bom corte e de bom material, aproveitar uma boa promoção se, depois, não a vamos tratar bem.
Não me entendam mal: toda a roupa que compro, uso e comigo não funciona o “guardar para um dia especial”. Para mim, todos os dias são especiais! E adoro quando percebo que as minhas peças chegaram ao fim de linha pelo uso (e não porque passam de moda).
Tento, dentro do limite da razoabilidade, ter alguns cuidados com a minha roupa e eles passam por:
Na hora da lavagem:
- não lavar com água muito quente – vamos ser sinceras, a menos que tenhamos um trabalho fisicamente extenuante, a nossa roupa não chega ao final do dia imunda. Por isso, uma lavagem a frio ou 40º é mais do que suficiente (pelo menos cá em casa);
- alguma nódoa mais difícil (roupa dos homens tem sempre uma nódoa difícil…) tenho o cuidado de esfregar o Supergel (ou outro equivalente) antes de colocar na máquina. Por vezes basta aplicar um pouco de detergente liquido diretamente na nódoa e depois introduzir a peça com o resto da roupa dentro da máquina de lavar e seguir os trâmites habituais
- hoje em dia, as máquinas de lavar roupa já têm programas específicos para tecidos mais delicados (sedas, lãs) – usem-nos.
- mesmo nos programas regulares, geralmente pré-definidos, constato que a centrifugação é elevada – sugiro que reduzam. É verdade que a roupa sairá mais encharcada, mas poupam-na ao desgaste de uma centrifugação exagerada.
- separar a roupa por cor – aqui não vos dou uma grande novidade, - e por material. Imaginem que têm umas calças de ganga e uma blusa escuras – as calças de ganga, muito provavelmente, foram usadas mais do que uma vez e estão, por isso, mais sujas, além de que aguentam água mais quente; já a blusa, geralmente de tecido mais delicado, de um tratamento mais cuidado.
Na minha casa (e já na dos meus pais), a roupa para lavar abunda em doses industriais e, por isso, mesmo com estas separações de cores e materiais, tenho sempre roupa suficiente para encher uma máquina, mas admito que alguém sozinho tenha mais dificuldade em colocar a sugestão em prática… é uma questão de ajustarem.
Quanto à roupa intima, regra geral e para desgosto da minha mãe, coloco na máquina – em programa delicado, com pouca ou nenhuma centrifugação, mas sim, é na máquina. Tenho daquelas bolsas para proteger os soutiens quando vão a lavar na máquina, mas nem sempre uso… Shame on me. Só peças mesmo muito delicadas é que lavo à mão.
- ler bem as etiquetas da roupa, respeitando as instruções do fabricante. Com a experiência, vocês vão saber os cuidados que os materiais precisam sem “olhar para o manual”, mas o princípio é este e recomenda-se.
Fonte
Quanto aos detergentes:
A panóplia de produtos e marcas destinados ao cuidado da roupa são tantos que até uma consumidora experiente pode perder-se. Ele há líquidos, em pó e pastilha, aditivos de pré-lavagem, lixivias delicadas, para lavagem manual ou na máquina, especial para lãs, para roupa branca, de cores ou só para roupa escura, e os mais variados cheiros, a questão dos amaciadores e anti-calcários… Deixando a questão do preço de lado (os detergentes de roupa estão, recorrentemente, incluídos nas campanhas promocionais dos hipermercados), tudo o resto é uma questão de preferência pessoal.
O que eu uso:
Básicos- detergentes líquidos (a marca varia em função da promoção e nunca consegui distinguir grande diferença entre o Skip e o Ariel) – um para roupa branca/cor e outro só para a roupa preta, mais o de lã (a minha mãe só usa Softlã, mas eu uso marca branca e não acho diferença), sendo que o de lãs é muitas vezes o utilizado para a roupa mais delicada que opto por lavar à mão (sim, é verdade, eu ainda lavo algumas peças à mão!)
Extras- esporadicamente utilizo produtos específicos como, por exemplo, quando faço uma máquina de “brancos resistentes” recorro às lixivias delicadas, nos colarinhos das camisas do boyfriend pulverizo com aqueles tira-nódoas (Vanish ou equiparado). A utilização destes produtos possibilita-nos que o programa da máquina de lavar seja de de baixas temperaturas.
 
Como o post ficou extenso, amanhã publico as restantes dicas ;) Bjs

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vestidos

O artigo mais comum no meu roupeiro são os vestidos. Admito que tenho uns quantos e não percebo porque é que nós, mulheres, os combatemos tanto; pelo menos no meu local de trabalho é raro. E têm tantas vantagens: não temos de pensar em conjugações – um vestido e ficamos despachadas, são, uma forma barata de nos vestirmos, além de são confortáveis, femininos e dão-nos um ar mais distinto (admitindo que estamos a falar de vestidos-vestidos e não umas túnicas ou panos a fazer a vez de vestido, ok?).

Como a maioria das mulheres com quem convivo não é muito dada a vestidos, posso dar-me ao luxo de os comprar, quase na sua totalidade, em marcas fast-fashion (Zara, Mango, Massimo Dutti) e raramente custam mais de 40€ (bem, os da MD são um pouquito mais caros, mas em compensação, tenho uns quantos da Mango a 20€). E, com um pouco de jeito, o mesmo vestido vai dar para usar no trabalho, ao fim-de-semana ou à noite, pelo que considero-os uma pechincha.

Claro que depois, temos Os Vestidos. Houve um tempo que eu não comprava determinados vestidos porque eram caros e sabia que iriam ser usados em ocasiões muito especiais. Desde que percebi que o que faz uma peça ficar cara é não ser usada, aí meninas, a pirosa que há em mim nunca mais parou de os comprar. Claro que contenho-me para não ficar overdress… Tenho a sorte de o meu trabalho obrigar a algum cuidado e, desde que mantenha o bom senso (que acho que ainda vou tendo) estarei a salvo.

Mas não sou perfeita e vou confessar-vos que, no início do verão, nuns mid season sales da CH, comprei um vestido que é a coisa mais linda que eu vi de roupa este ano. Devo ter ficado tão embasbacada a olhar para o vestido que quem me acompanhava decidiu-me oferecer. Claro que agora estou à espera de uma oportunidade para o vestir (um batizado ou festa de casamento pela manhã seria o ideal).

E se a oportunidade de o vestir não chegar? No problem!.

“I like my money right where i can see it…hanging in my closet.”

 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Um investimento: casaco de inverno

Ainda o Tim Gunn não fazia televisão, e já a minha mãe já me falava da qualidade dos materiais sempre que eu lhe aparecia com uma dúzia de trapos novos.
Sabem aquela dica básica: “investir num bom casaco de inverno”? É uma excelente dica.
Posso-vos dizer que tenho um casaco de Inverno, modelo clássico, castanho escuro, a 3-quartos, quentinho (o seu modelo simples e o estado de conservação permitir-lhe passar por um casaco comprado este ano). Pois esse casaco, comprado há 8 anos na Burberry (haverá melhor?), está impecável e, quando o visto, ainda recebo elogios. A menos que aconteça alguma fatalidade, irá durar mais 8 anos sem precisar de ajustes. Se o preço foi alto? Altíssimo! Mas na relação custo-benefício está mais do que justificado e voltaria a comprar.
Claro está que, no ano em que investi no casaco, não deu para comprar muitas peças mais, mas foi a minha opção e, desde então, que não tenho de me preocupar com a questão do casaco de inverno. É óbvio que tenho mais casacos, comprados em Zaras, baratinhos e dentro da moda desse ano e, que por isso mesmo, duram esse ano.
Proponho-vos um desafio: peguem no preço dos v/ casacos e dividam-no pelo n.º de vezes que já os utilizaram (vale para qualquer artigo). Com esta simples conta percebem se o investimento foi bom porque, para mim, o preço de um bem só é elevado se eu não usufruir dele (e foi assim que decidi cancelar a inscrição no ginásio ;) )
Mais 1 anito ou 2 e acho que ganho o direito a um trench coat da-que-les.

domingo, 21 de outubro de 2012

Roupa de verão que passa para o inverno

Eu trabalho, há quase 15 anos, num escritório com ar condicionado e onde estão sempre temperaturas amenas. Além disso, tenho estacionamento em casa e no trabalho, por isso, muita da minha roupa de verão transita para o inverno, com os óbvios ajustes - umas colants opacas, lenços/encharpes bem grandes e quentinhos, uns casaquinhos de malha, umas sobreposições e a coisa vai-se levando. Claro que adoro a roupa de inverno e, quem me tira uma camisola de gola alta tira-me tudo (acho que é mais pelo enquadramento do rosto do que própriamente pela camisola em si). Vai-se lá perceber…
Assim, tenho de ter atenção redobrada aos básicos que transitam de temporada: o camiseiro branco tem de ser branco (branco encardido não é branco;); as calças pretas têm de ser pretas e não acusar o uso excessivo; os jeans não podem estar coçados (atenção: não recomendável nas empresas com dress code mais rigoroso; se, na vossa, estiver implementado a “Casual Friday”, ainda assim, recomendo que fiquem na ganga preta, sem 2ª lavagem nem rasgões).
Estas são as peças que compro com mais frequência - posso dizer que, quase todos os anos, devo comprar um camiseiro branco e outro preto, uns jeans escuros, uns tops básicos…
Sugestão: Na minha opinião, o cuidado a tenho de ter com este tipo de peças é obrigar-mo-nos a olhar para elas com atenção para perceber quando é que estão a chegar ao fim-de-vida. Eu visto-me ainda de noite, com os olhos quase fechados e, muitas vezes, nem sai bem o que estou a agarrar -  por isso, aproveito quando estou a passar a ferro ou olho bem para elas quando as tenho vestidas.
Quando percebemos que chegou ao fim, é praticar a nobre arte do desapego e dizer-lhes adeus.
Por se tratarem de básicos, que podem encontrar em praticamente todas as lojas de roupas ao longo do ano, sugiro que aproveitem os saldos/promoções para renovar o stock.

sábado, 20 de outubro de 2012

Moda intima

A boa roupa interior é a nossa droga secreta: está escondida e faz-nos felizes. E por boa não estou a falar da La Perla, ok? Estou a falar de: ao nosso gosto, poliester free (if you know what i mean), no tamanho certo e em excelente estado de conservação.

Acho que sou mais esquisita com a roupa interior do que a exterior…Compro inúmeras peças de exterior sem as experimentar, mas experimento inúmeros soutiens antes de conseguir comprar um; e se houvesse uma câmara no provador, as imagens seriam hilariantes pois eu gesticulo-me como se estivesse a aquecer para uma prova de triatlo (eu pulo, alongo para cima e para os lados, reviro-me toda. Um espetáculo!)
Neste campo, sou fiel a marcas e ofereço muita resistência a experimentar outras (más experiências, é o que é). Há anos que compro a minha roupa interior no El Corte Ingles- local com grande oferta, onde encontro as minhas marcas favoritas e consigo experimentar com muita calma.
Já as colants, a menos que precise de algo específico e, nesse caso, recorro à Calzedónia, tudo o resto é comprado nas promoções do Sr. Continente.
 
Boas promoções para quem puder aproveitar: Atualmente está a decorrer uma promoção de 20% desconto em moda intima no El Corte Ingles (mais 10% se pagarem com o cartão deles) – a promoção é até ao dia 21. Este fim-de-semana, o Sr Continente tem a roupa interior com 50% de desconto em cartão (quecas, soutiens, meias, colants, pijamas) - recomendo que façam stock.
 
E confesso que tenho curiosidade em experimentar os serviços (e os soutiens) da Dama de Copas (www.damadecopas.pt). Já experimentaram?

Etiquetas

base (5) beleza (31) blog (2) blush (2) boa vida (4) cabelos (3) casa (3) chanel (1) Cinema (1) Clinique (2) compras (26) considerações várias (29) creme (8) cuidados (30) desabafos (25) desejos (7) dicas (3) dieta (7) DIY (1) Estée Lauder (2) Facebook (2) Favoritos (2) filme (7) ganhar tempo (3) Gravidez (7) gula (3) herdeiro (1) Lancôme (1) livros (3) Natal (1) Neutrogena (1) objetivos (3) óleos (1) organização (8) perfumes (2) pirosices (10) por mim (8) pós-gravidez (1) promoções (9) review (27) saldos (12) sapatos (1) saúde (1) Schwarzkopf (1) sorteio (6) Vichy (2) Vida boa (19)